MS 30868 - ACORDAO
Ocorreu o não conhecimento do recurso administrativo pelo Ministro da Saúde em 18/08/2022 com fundamento no art. 7º do Decreto n. 11.123/2022, caracterizando o esgotamento da via administrativa e o trânsito em julgado administrativo; sendo os atos administrativos auto-executórios e os recursos administrativos, em regra, apenas com efeito devolutivo nos termos do art. 109 da Lei n. 8.112/1990, não há direito líquido e certo que autorize a suspensão do cumprimento da penalidade, razão pela qual o agravo interno foi negado e o pedido de tutela recursal ficou prejudicado.
- Parties
- Impetrante: José Luiz Ribas Cagido; Autoridade Coatora: Ministro de Estado da Saúde; Parte Recorrente: União; Parte Recorrente: Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 25 November 2025
- Procedural Posture
- Agrav O Interno No Mandado De Segurança / Julgamento Em Sessão Virtual (12/11/2025 a 18/11/2025); Agravo Interno Não Provido
- Outcome
- Agravo interno não provido; pedido de tutela recursal prejudicado
- Legal Topics
- Mandado De Segurança, Processo Administrativo Disciplinar, Cassação De Aposentadoria, Recurso Administrativo, Autoexecutoriedade, Trânsito Em Julgado, Esgotamento Da Instância Administrativa
Case Brief
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Parties
José Luiz Ribas Cagido
Impetrante
Ministro de Estado da Saúde
Autoridade Coatora
União
Parte Recorrente
Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ
Parte Recorrente
Procedural Posture
Agrav O Interno No Mandado De Segurança / Julgamento Em Sessão Virtual (12/11/2025 a 18/11/2025); Agravo Interno Não Provido
Legal Issues
- 1 Efeito devolutivo do recurso administrativo
- 2 Autoexecutoriedade dos atos administrativos
- 3 Esgotamento da via administrativa e coisa julgada administrativa
Ratio Decidendi
Ocorreu o não conhecimento do recurso administrativo pelo Ministro da Saúde em 18/08/2022 com fundamento no art. 7º do Decreto n. 11.123/2022, caracterizando o esgotamento da via administrativa e o trânsito em julgado administrativo; sendo os atos administrativos auto-executórios e os recursos administrativos, em regra, apenas com efeito devolutivo nos termos do art. 109 da Lei n. 8.112/1990, não há direito líquido e certo que autorize a suspensão do cumprimento da penalidade, razão pela qual o agravo interno foi negado e o pedido de tutela recursal ficou prejudicado.
Court Disposition
Agravo interno não provido; pedido de tutela recursal prejudicado
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
- Julgar prejudicado o pedido de tutela recursal formulado na Petição n. 00990048/2025
Full Case Text
Judgment text and source record
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