AREsp 3175793 - DECISAO
O agravo foi negado porque o acórdão recorrido corretamente concluiu que a outorga ministerial é insuficiente para autorizar o funcionamento da emissora sem a prévia autorização de uso de radiofrequência pela ANATEL; a constatação de funcionamento irregular autorizou a interrupção do serviço e o lacre dos equipamentos por autoexecutoriedade no exercício do poder de polícia; e a alegação de mora administrativa não legitima exploração provisória em razão do risco de radiointerferência e da necessidade de prévia avaliação técnica. Ademais, o recurso não atacou todos os fundamentos suficientes do acórdão recorrido e padeceu de deficiência de fundamentação, atraindo óbices jurisprudenciais...
- Parties
- Agravante/impetrante: Fundação Maria Alves Lima; Órgão/autoridade Coatora: Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 07 April 2026
- Procedural Posture
- Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça (nego Provimento Ao Agravo)
- Outcome
- Nego provimento ao agravo
- Legal Topics
- Mandado De Segurança, Rádio Comunitária, Autorização De Uso De Radiofrequência, Poder De Polícia, Autoexecutoriedade, Mora Administrativa
Case Brief
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Parties
Fundação Maria Alves Lima
Agravante/impetrante
Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL
Órgão/autoridade Coatora
Procedural Posture
Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça (nego Provimento Ao Agravo)
Legal Issues
- 1 Necessidade de autorização prévia da ANATEL para exploração de serviço de radiodifusão comunitária
- 2 Se a outorga ministerial (MCTIC) é suficiente para o funcionamento da rádio comunitária
- 3 Se a mora da administração autoriza exploração provisória do serviço
Ratio Decidendi
O agravo foi negado porque o acórdão recorrido corretamente concluiu que a outorga ministerial é insuficiente para autorizar o funcionamento da emissora sem a prévia autorização de uso de radiofrequência pela ANATEL; a constatação de funcionamento irregular autorizou a interrupção do serviço e o lacre dos equipamentos por autoexecutoriedade no exercício do poder de polícia; e a alegação de mora administrativa não legitima exploração provisória em razão do risco de radiointerferência e da necessidade de prévia avaliação técnica. Ademais, o recurso não atacou todos os fundamentos suficientes do acórdão recorrido e padeceu de deficiência de fundamentação, atraindo óbices jurisprudenciais...
Court Disposition
Nego provimento ao agravo
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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