AREsp 1830487 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo em recurso especial porque a insurgência contra a validade do processo administrativo e da multa aplicaria-se à reavaliação de fatos e provas, o que é vedado em recurso especial nos termos da Súmula 7/STJ; além disso aplicou-se o Enunciado Administrativo 3 do STJ quanto aos requisitos do CPC/2015, e verificou-se que o Tribunal de origem fundamentou a decisão reconhecendo a observância do devido processo legal, proporcionalidade e motivação da penalidade.
- Parties
- Agravante: ENERGISA MATO GROSSO - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. - ENERGISA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 October 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão
- Outcome
- Negado provimento ao Agravo em Recurso Especial interposto pela ENERGISA
- Legal Topics
- Multa Administrativa Do PROCON, Devido Processo Legal, Súmula 7/stj, Certidão De Dívida Ativa, Poder De Polícia, Honorários Sucumbenciais, Divergência Jurisprudencial Prejudicada
Case Brief
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Parties
ENERGISA MATO GROSSO - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. - ENERGISA
Agravante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão
Legal Issues
- 1 Possibilidade de reexame de matéria fático-probatória em Recurso Especial
- 2 Validade do processo administrativo do PROCON e da multa aplicada
- 3 Aplicação da Súmula 7/STJ como óbice ao recurso
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo em recurso especial porque a insurgência contra a validade do processo administrativo e da multa aplicaria-se à reavaliação de fatos e provas, o que é vedado em recurso especial nos termos da Súmula 7/STJ; além disso aplicou-se o Enunciado Administrativo 3 do STJ quanto aos requisitos do CPC/2015, e verificou-se que o Tribunal de origem fundamentou a decisão reconhecendo a observância do devido processo legal, proporcionalidade e motivação da penalidade.
Court Disposition
Negado provimento ao Agravo em Recurso Especial interposto pela ENERGISA
Orders
- Negado provimento ao agravo em recurso especial da ENERGISA MATO GROSSO - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.
- Majorada, em desfavor da parte recorrente, em 10% (dez por cento) o valor dos honorários sucumbenciais já arbitrados nas instâncias de origem, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015.
Full Case Text
Judgment text and source record
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