AREsp 1685345 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque a rediscussão da multa cominatória e a pretensão de alterar a responsabilidade pelo custeio da realocação demandariam reexame de fatos, provas e cláusulas contratuais, estando obstadas pelas Súmulas 5 e 7 do STJ; ademais, o Tribunal de origem justificadamente concluiu que a concessionária de energia é responsável pelo custeio da realocação dos postes e que o Decreto nº 84.398/1980 é inaplicável ao caso.
- Parties
- Agravante: COMPANHIA PIRATININGA DE FORÇA E LUZ - CPFL; Agravada: Rodovias das Colinas S. A.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 August 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão No Agravo Em Recurso Especial
- Outcome
- Agravo em Recurso Especial da CONCESSIONÁRIA negado provimento
- Legal Topics
- Obrigação De Fazer, Multa Cominatória, Responsabilidade Civil Da Concessionária, Realocação De Postes, Admissibilidade De Recurso, Preclusão Consumativa, Súmulas 5 E 7 Do STJ
Case Brief
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Parties
COMPANHIA PIRATININGA DE FORÇA E LUZ - CPFL
Agravante
Rodovias das Colinas S. A.
Agravada
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão No Agravo Em Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Preclusão consumativa quanto à rediscussão de multa cominatória
- 2 Aplicabilidade das Súmulas 5 e 7 do STJ ao recurso especial
- 3 Responsabilidade pelo custeio da remoção e recolocação de postes de energia elétrica
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque a rediscussão da multa cominatória e a pretensão de alterar a responsabilidade pelo custeio da realocação demandariam reexame de fatos, provas e cláusulas contratuais, estando obstadas pelas Súmulas 5 e 7 do STJ; ademais, o Tribunal de origem justificadamente concluiu que a concessionária de energia é responsável pelo custeio da realocação dos postes e que o Decreto nº 84.398/1980 é inaplicável ao caso.
Court Disposition
Agravo em Recurso Especial da CONCESSIONÁRIA negado provimento
Orders
- Nega-se provimento ao agravo em recurso especial interposto pela Companhia Piratininga de Força e Luz - CPFL.
- Majora-se, em desfavor da parte recorrente, em 10% (dez por cento) o valor já arbitrado a título de honorários sucumbenciais, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, observados os limites aplicáveis.
Full Case Text
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