REsp 1540280 - ACORDAO
Conheceu-se o agravo interno para conhecer parcialmente do recurso especial, mas negou-se provimento porque: (i) a questão do creditamento na operação de venda prevista no art. 3º, IX da Lei 10.833/03 não foi prequestionada na decisão recorrida, atraindo as Súmulas 282 e 356 do STF; (ii) a verificação de que empresas domiciliadas no País seriam as verdadeiras contratantes do frete internacional exigiria reexame de prova, vedado pela Súmula 7 do STJ; e (iii) na aquisição o frete internacional não se caracteriza como insumo para fins de creditamento, em conformidade com a jurisprudência do Tema 799 (REsp 1.221.170/PR).
- Parties
- Agravante/recorrente: GKN DO BRASIL LTDA; Impetrado Contra/autoridade Coatora: Delegado da Receita Federal do Brasil em Porto Alegre-RS; Impetrado Contra/recorrido: UNIÃO - FAZENDA NACIONAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 September 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Recurso Especial / Acórdão
- Legal Topics
- PIS, COFINS, Regime Não Cumulativo, Frete Internacional, Insumo, Mandado De Segurança, Prequestionamento, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
GKN DO BRASIL LTDA
Agravante/recorrente
Delegado da Receita Federal do Brasil em Porto Alegre-RS
Impetrado Contra/autoridade Coatora
UNIÃO - FAZENDA NACIONAL
Impetrado Contra/recorrido
Procedural Posture
Agravo Interno No Recurso Especial / Acórdão
Legal Issues
- 1 Possibilidade de creditamento de PIS/COFINS sobre despesas com frete internacional na operação de aquisição
- 2 Possibilidade de creditamento de PIS/COFINS sobre frete na operação de venda (art. 3º, IX, Lei 10.833/03)
- 3 Caracterização do frete internacional como insumo para fins de crédito
Ratio Decidendi
Conheceu-se o agravo interno para conhecer parcialmente do recurso especial, mas negou-se provimento porque: (i) a questão do creditamento na operação de venda prevista no art. 3º, IX da Lei 10.833/03 não foi prequestionada na decisão recorrida, atraindo as Súmulas 282 e 356 do STF; (ii) a verificação de que empresas domiciliadas no País seriam as verdadeiras contratantes do frete internacional exigiria reexame de prova, vedado pela Súmula 7 do STJ; e (iii) na aquisição o frete internacional não se caracteriza como insumo para fins de creditamento, em conformidade com a jurisprudência do Tema 799 (REsp 1.221.170/PR).
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