REsp 2114586 - DECISAO
O Superior Tribunal de Justiça entendeu que a extensão automática do benefício fiscal reconhecido para a Zona Franca de Manaus às demais Áreas de Livre Comércio não se admite sem exame específico da legislação regente de cada ALC; em particular, a legislação das ALCs de Macapá/AP e Santana/AP não restabeleceu a equiparação à exportação, ao contrário do que ocorreu para as ALCs de Boa Vista/RR e Bonfim/RR, de modo que não há fundamento legal para reconhecer a isenção de PIS e COFINS nas operações controvertidas, razão pela qual foi negada a segurança.
- Parties
- Recorrente: Fazenda Nacional
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 December 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial Interposto Contra Acórdão Em Mandado De Segurança / Julgamento Pelo Superior Tribunal De Justiça (decisão)
- Outcome
- Recurso especial parcialmente provido para denegar a segurança
- Legal Topics
- PIS, COFINS, Áreas De Livre Comércio, Zona Franca De Manaus, Equiparação À Exportação, Isenção Fiscal, Mandado De Segurança
Case Brief
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Parties
Fazenda Nacional
Recorrente
Procedural Posture
Recurso Especial Interposto Contra Acórdão Em Mandado De Segurança / Julgamento Pelo Superior Tribunal De Justiça (decisão)
Legal Issues
- 1 Possibilidade de extensão da equiparação à exportação prevista para a Zona Franca de Manaus às Áreas de Livre Comércio de Macapá/AP e Santana/AP
- 2 Incidência ou não do PIS e da COFINS sobre receitas de vendas de mercadorias nacionalizadas, importadas ou prestação de serviços realizadas nas ALCs de Macapá e Santana
- 3 Necessidade de exame específico da legislação regente de cada Área de Livre Comércio
Ratio Decidendi
O Superior Tribunal de Justiça entendeu que a extensão automática do benefício fiscal reconhecido para a Zona Franca de Manaus às demais Áreas de Livre Comércio não se admite sem exame específico da legislação regente de cada ALC; em particular, a legislação das ALCs de Macapá/AP e Santana/AP não restabeleceu a equiparação à exportação, ao contrário do que ocorreu para as ALCs de Boa Vista/RR e Bonfim/RR, de modo que não há fundamento legal para reconhecer a isenção de PIS e COFINS nas operações controvertidas, razão pela qual foi negada a segurança.
Court Disposition
Recurso especial parcialmente provido para denegar a segurança
Orders
- Recurso especial parcialmente provido
- Segurança denegada
Full Case Text
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