REsp 2230695 - DECISAO
Mantida a decisão recorrida: reconheceu-se o direito, para fins de apuração do PIS/COFINS no regime não-cumulativo, ao aproveitamento de créditos calculados em relação ao IPI não-recuperável incidente na aquisição de bens para revenda sujeitos ao regime não-cumulativo plurifásico; ressaltou-se que créditos são taxativamente previstos em lei e que a regulamentação não pode restringi-los contra legem; quanto à atualização monetária e à forma de ressarcimento, aplicam-se as teses firmadas nos Temas Repetitivos n.º 164 e 1.003 e a restituição administrativa em espécie de valores anteriores à impetração depende do regime de precatórios, sendo determinada a devolução dos autos à Corte de origem...
- Parties
- Recorrente: FAZENDA NACIONAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 24 September 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Agravo Interno Decidido; Tema Afetado Aos Recursos Repetitivos E Remessa Dos Autos À Corte De Origem (devolução)
- Legal Topics
- PIS, COFINS, IPI, Não Cumulatividade, Créditos Tributários, Ressarcimento E Compensação, Precatórios, Recursos Repetitivos
Case Brief
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Parties
FAZENDA NACIONAL
Recorrente
Procedural Posture
Recurso Especial / Agravo Interno Decidido; Tema Afetado Aos Recursos Repetitivos E Remessa Dos Autos À Corte De Origem (devolução)
Legal Issues
- 1 Se o IPI não recuperável incidente na aquisição integra a base de cálculo dos créditos da contribuição ao PIS/Pasep e da Cofins
- 2 Limites da atuação normativa do Poder Executivo na criação ou restrição de direito creditório tributário
- 3 Termo inicial e correção monetária dos créditos escriturais sujeitos ao regime não-cumulativo
Ratio Decidendi
Mantida a decisão recorrida: reconheceu-se o direito, para fins de apuração do PIS/COFINS no regime não-cumulativo, ao aproveitamento de créditos calculados em relação ao IPI não-recuperável incidente na aquisição de bens para revenda sujeitos ao regime não-cumulativo plurifásico; ressaltou-se que créditos são taxativamente previstos em lei e que a regulamentação não pode restringi-los contra legem; quanto à atualização monetária e à forma de ressarcimento, aplicam-se as teses firmadas nos Temas Repetitivos n.º 164 e 1.003 e a restituição administrativa em espécie de valores anteriores à impetração depende do regime de precatórios, sendo determinada a devolução dos autos à Corte de origem...
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