EREsp 1470078 - ACORDAO
A Primeira Turma, com fundamento no precedente do AgRg no REsp n. 1.051.634/CE e na interpretação do art. 17 da Lei n. 11.033/2004, concluiu que o benefício fiscal de permitir a manutenção de créditos de PIS e COFINS é extensível às pessoas jurídicas não vinculadas ao regime do REPORTO, não havendo razões para acolher o agravo interno da Fazenda Nacional; assim, manteve-se a decisão que reconheceu a possibilidade de aproveitamento dos créditos.
- Parties
- Agravante: Fazenda Nacional
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 March 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Regimental No Recurso Especial / Julgamento Na Primeira Turma
- Outcome
- Agravo interno não provido
- Legal Topics
- PIS, COFINS, Tributação Pelo Sistema Monofásico, Aproveitamento De Créditos, Regime Do REPORTO, Benefício Fiscal
Case Brief
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Parties
Fazenda Nacional
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Regimental No Recurso Especial / Julgamento Na Primeira Turma
Legal Issues
- 1 Possibilidade de aproveitamento de créditos de PIS e COFINS por empresas não vinculadas ao REPORTO
- 2 Compatibilidade entre o regime monofásico e o creditamento de PIS/COFINS pelo revendedor
Ratio Decidendi
A Primeira Turma, com fundamento no precedente do AgRg no REsp n. 1.051.634/CE e na interpretação do art. 17 da Lei n. 11.033/2004, concluiu que o benefício fiscal de permitir a manutenção de créditos de PIS e COFINS é extensível às pessoas jurídicas não vinculadas ao regime do REPORTO, não havendo razões para acolher o agravo interno da Fazenda Nacional; assim, manteve-se a decisão que reconheceu a possibilidade de aproveitamento dos créditos.
Court Disposition
Agravo interno não provido
Orders
- Negar provimento ao agravo interno.
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