AREsp 1947064 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque o Tribunal de origem fundamentadamente concluiu que os correspondentes bancários realizam apenas atividades administrativas e burocráticas, não configurando operações de intermediação financeira previstas no art. 3º, §6º, I, "a", da Lei 9.718/1998, razão pela qual as comissões pagas a tais correspondentes não são dedutíveis da base de cálculo do PIS/COFINS; além disso, a modificação dessa conclusão exigiria reexame de matéria fático-probatória vedado pela Súmula 7/STJ, e não houve negativa de prestação jurisdicional.
- Parties
- Agravante: Santander Leasing S.A Arrendamento Mercantil
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 November 2021
- Procedural Posture
- Agravo Contra Decisão Denegatória De Admissibilidade De Recurso Especial / Decisão Interlocutória De Agravo
- Outcome
- Nego provimento ao agravo.
- Legal Topics
- Pis/cofins, Base De Cálculo, Dedução De Despesas, Correspondente Bancário, Arrendamento Mercantil, Interpretação Literal, Negativa De Prestação Jurisdicional, Súmula 7/stj, Mandado De Segurança
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
Santander Leasing S.A Arrendamento Mercantil
Agravante
Procedural Posture
Agravo Contra Decisão Denegatória De Admissibilidade De Recurso Especial / Decisão Interlocutória De Agravo
Legal Issues
- 1 Se as comissões pagas a correspondentes bancários podem ser deduzidas da base de cálculo do PIS/COFINS nos termos do art. 3º, §6º, I, "a", da Lei 9.718/1998
- 2 Se a atividade dos correspondentes bancários caracteriza intermediação financeira ou apenas atos administrativos
- 3 Se houve negativa de prestação jurisdicional quanto às questões suscitadas (art. 1.022, I e II, CPC)
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque o Tribunal de origem fundamentadamente concluiu que os correspondentes bancários realizam apenas atividades administrativas e burocráticas, não configurando operações de intermediação financeira previstas no art. 3º, §6º, I, "a", da Lei 9.718/1998, razão pela qual as comissões pagas a tais correspondentes não são dedutíveis da base de cálculo do PIS/COFINS; além disso, a modificação dessa conclusão exigiria reexame de matéria fático-probatória vedado pela Súmula 7/STJ, e não houve negativa de prestação jurisdicional.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo.
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment