AREsp 2711405 - DECISAO
O STJ concluiu que o Tribunal de origem analisou corretamente a matéria à luz da Lei n. 10.865/2004 e da jurisprudência do STF (Tema 939) e do STJ, sendo válida a supressão, pela Lei 10.865/2004, da possibilidade de aproveitamento de créditos de PIS/COFINS sobre despesas financeiras no regime não cumulativo; que o silêncio do Decreto nº 8.426/2015 não viola o princípio da não-cumulatividade; que eventual reexame de fatos e provas é vedado (Súmula 7) e que faltou prequestionamento para algumas alegadas violações ao CTN, razão pela qual o recurso especial não deve ser conhecido; determinou-se ainda a majoração de honorários na forma do art. 85, §11, CPC/2015.
- Parties
- Agravada: FAZENDA NACIONAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 21 October 2024
- Procedural Posture
- Ação De Rito Comum / Agravo Em Recurso Especial Perante O Stj; Recurso Especial Não Conhecido
- Outcome
- Conheço do agravo em parte (relativamente à matéria não repetitiva) e não conheço do recurso especial.
- Legal Topics
- Pis/cofins, Não Cumulatividade, Créditos Fiscais, Decreto 8.426/2015, Lei 10.865/2004, Repercussão Geral (tema 939), Prequestionamento, Honorários Advocatícios
Case Brief
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Parties
FAZENDA NACIONAL
Agravada
Procedural Posture
Ação De Rito Comum / Agravo Em Recurso Especial Perante O Stj; Recurso Especial Não Conhecido
Legal Issues
- 1 Possibilidade de aumento/restabelecimento de alíquotas de PIS/COFINS por decreto
- 2 Aproveitamento de créditos de PIS e COFINS sobre despesas financeiras
- 3 Allegação de ofensa aos princípios da igualdade e da capacidade contributiva
Ratio Decidendi
O STJ concluiu que o Tribunal de origem analisou corretamente a matéria à luz da Lei n. 10.865/2004 e da jurisprudência do STF (Tema 939) e do STJ, sendo válida a supressão, pela Lei 10.865/2004, da possibilidade de aproveitamento de créditos de PIS/COFINS sobre despesas financeiras no regime não cumulativo; que o silêncio do Decreto nº 8.426/2015 não viola o princípio da não-cumulatividade; que eventual reexame de fatos e provas é vedado (Súmula 7) e que faltou prequestionamento para algumas alegadas violações ao CTN, razão pela qual o recurso especial não deve ser conhecido; determinou-se ainda a majoração de honorários na forma do art. 85, §11, CPC/2015.
Court Disposition
Conheço do agravo em parte (relativamente à matéria não repetitiva) e não conheço do recurso especial.
Orders
- Não conheço do recurso especial.
- Conheço do agravo relativamente à matéria que não se enquadra em tema repetitivo.
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