REsp 1863683 - ACORDAO
A Segunda Turma negou provimento ao agravo interno, confirmando a decisão que afastou a ilegitimidade passiva do Banco do Brasil S.A., por entender que a demanda versa sobre supostos saques indevidos e má gestão de valores sob custódia do banco, não sobre falta de repasses pela União ou atos do Conselho Diretor do PIS/PASEP; assim, o Banco do Brasil é parte legítima e os autos devem retornar à origem para prosseguimento, competindo à Justiça Estadual processar causas cíveis envolvendo sociedade de economia mista gestor do PASEP.
- Parties
- Autor: José Carlos Villela da Costa; Agravante: Banco do Brasil S.A.; Ré: União
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 February 2021
- Procedural Posture
- Ação De Indenização Por Danos Morais E Materiais Relativa a Contas Pis/pasep; Recurso Especial E Agravo Interno No STJ / Decisão Da Segunda Turma Do STJ Sobre Agravo Interno (improvido), Com Determinação De Retorno Dos Autos À Origem Para Prosseguimento
- Outcome
- Agravo interno improvido; mantida a decisão que afastou a ilegitimidade passiva do Banco do Brasil S.A. e determinou o retorno dos autos à origem
- Legal Topics
- Pis/pasep, Ilegitimidade Passiva, Competência, Ressarcimento, Conta Vinculada PASEP, Responsabilidade Do Depositário, Súmula 77/stj, Súmula 42/stj, Súmula 150/stj, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
José Carlos Villela da Costa
Autor
Banco do Brasil S.A.
Agravante
União
Ré
Procedural Posture
Ação De Indenização Por Danos Morais E Materiais Relativa a Contas Pis/pasep; Recurso Especial E Agravo Interno No STJ / Decisão Da Segunda Turma Do STJ Sobre Agravo Interno (improvido), Com Determinação De Retorno Dos Autos À Origem Para Prosseguimento
Legal Issues
- 1 Se o Banco do Brasil S.A. é legítimo para figurar no polo passivo de ação que pleiteia ressarcimento por saques indevidos em conta PASEP
- 2 Se a União é legítima para compor o polo passivo quando não se discute falta de repasses
- 3 Qual é a competência para julgar demandas cíveis relativas ao PASEP quando o gestor é sociedade de economia mista
Ratio Decidendi
A Segunda Turma negou provimento ao agravo interno, confirmando a decisão que afastou a ilegitimidade passiva do Banco do Brasil S.A., por entender que a demanda versa sobre supostos saques indevidos e má gestão de valores sob custódia do banco, não sobre falta de repasses pela União ou atos do Conselho Diretor do PIS/PASEP; assim, o Banco do Brasil é parte legítima e os autos devem retornar à origem para prosseguimento, competindo à Justiça Estadual processar causas cíveis envolvendo sociedade de economia mista gestor do PASEP.
Court Disposition
Agravo interno improvido; mantida a decisão que afastou a ilegitimidade passiva do Banco do Brasil S.A. e determinou o retorno dos autos à origem
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
- Determinar o retorno dos autos à origem para regular prosseguimento do feito
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