REsp 2113467 - DECISAO
Negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem fundamentou que não houve ilicitude na obtenção de informações bancárias relativas a valores judiciais, por atuação administrativa da Magistrada e legitimidade de requisição em defesa do interesse público; ademais, a tipificação por peculato-furto foi considerada adequada diante da utilização da condição funcional para subtrair valores da Administração Pública, e eventual desclassificação exigiria reexame fático-probatório vedado na via especial.
- Parties
- Recorrente / Apelante: DAVERSON MOURA SERAPHIM; Recorrido (emitente Do Acórdão): TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ; Interveniente / Parecer: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL; Apelante: ANDERSON LUÍS DE OLIVEIRA; Apelante: SANDRO MORETTI JUSSELINO MANIÇOBA; Corréu: JOÃO GERALDO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 November 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão De Mérito (recurso Especial Julgado, Negado Provimento)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso especial, acolhido o parecer ministerial.
- Legal Topics
- Peculato Furto, Estelionato, Sigilo Bancário, Competência Para Investigação, Desclassificação Criminal, Dosimetria Da Pena
Case Brief
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Parties
DAVERSON MOURA SERAPHIM
Recorrente / Apelante
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ
Recorrido (emitente Do Acórdão)
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Interveniente / Parecer
ANDERSON LUÍS DE OLIVEIRA
Apelante
SANDRO MORETTI JUSSELINO MANIÇOBA
Apelante
JOÃO GERALDO
Corréu
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão De Mérito (recurso Especial Julgado, Negado Provimento)
Legal Issues
- 1 Alegada usurpação de competência de investigação por Magistrada (art. 4º CPP)
- 2 Alegada ilegalidade na quebra de sigilo bancário sem autorização judicial (Lei Complementar n. 105/2001)
- 3 Pedido de desclassificação do crime de peculato-furto para estelionato (art. 312 CP vs art. 171 CP)
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem fundamentou que não houve ilicitude na obtenção de informações bancárias relativas a valores judiciais, por atuação administrativa da Magistrada e legitimidade de requisição em defesa do interesse público; ademais, a tipificação por peculato-furto foi considerada adequada diante da utilização da condição funcional para subtrair valores da Administração Pública, e eventual desclassificação exigiria reexame fático-probatório vedado na via especial.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso especial, acolhido o parecer ministerial.
Orders
- Nego provimento ao recurso especial.
- Publique-se.
Full Case Text
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