AREsp 1924290 - DECISAO

AREsp 1924290 - DECISAO

Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque a pretensão recursal demandaria o reexame do contexto fático-probatório (comprovação da dependência econômica da genitora), óbice imposto pela Súmula 7/STJ; ademais, determinou-se a majoração dos honorários sucumbenciais em 10% com fundamento no art. 85, §11, do CPC/2015.

Parties
Agravante: EDNA REGINA FERREIRA
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
28 September 2021
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo (conhecido Para Não Conhecer Do Recurso Especial)
Outcome
Agravo conhecido para não conhecer do recurso especial do particular
Legal Topics
Pensão Por Morte, Dependência Econômica, Admissibilidade Recursal, Súmula 7/stj

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Authorities cited 7 Party arguments 1
Sign in to unlock

Parties

EDNA REGINA FERREIRA

Agravante

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo (conhecido Para Não Conhecer Do Recurso Especial)

  1. 1 Comprovação da dependência econômica de genitora para recebimento de pensão por morte
  2. 2 Incidência da Súmula 7/STJ em matéria que exige reexame fático-probatório
  3. 3 Prejuízo da análise do dissídio jurisprudencial quando a alínea a impede a alínea c

Ratio Decidendi

Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque a pretensão recursal demandaria o reexame do contexto fático-probatório (comprovação da dependência econômica da genitora), óbice imposto pela Súmula 7/STJ; ademais, determinou-se a majoração dos honorários sucumbenciais em 10% com fundamento no art. 85, §11, do CPC/2015.

Court Disposition

Agravo conhecido para não conhecer do recurso especial do particular

Orders

  • Conheço do agravo e não conheço do recurso especial interposto pelo particular.
  • Majorar, em desfavor da parte recorrente, em 10% (dez por cento) o valor já arbitrado a título de honorários sucumbenciais, nos termos do art. 85, §11, do CPC/2015, observados os limites percentuais aplicáveis e o art. 98, §3º, do CPC/2015.