REsp 2148701 - ACORDAO

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O agravo interno foi desprovido porque o entendimento consolidado no Tema Repetitivo 1034/STJ exige a inclusão de ativos e inativos em plano coletivo único com paridade de condições e modelo de pagamento, permitindo que o inativo custeie integralmente o plano mediante soma de sua cota-parte com a parcela correspondente ao empregador; além disso, a revisão do valor devido pelo inativo demandaria reexame de fatos e provas (incidência da Súmula 7/STJ) e as razões recursais não eram suficientes para identificar a forma de rateio adotada (incidência da Súmula 284/STF).

Parties
Agravante/recorrente: FUNDAÇÃO CESP; Recorrido: autor
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
03 October 2025
Procedural Posture
Agravo Interno No Recurso Especial Ação Condenatória (obrigação De Fazer) / Julgamento Na Quarta Turma (sessão Virtual), Decisão Monocrática Mantida; Agravo Interno Julgado Por Unanimidade
Legal Topics
Planos De Saúde Coletivos, Art. 31 Da Lei N. 9.656/1998, Tema Repetitivo 1034, Súmula 7/stj, Súmula 284/stf, Obrigação De Fazer, Segregação De Ativos E Inativos, Formas De Custeio De Planos De Saúde (pré Pagamento, Pós Pagamento, Rateio, Custo Operacional)

Case Brief

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Parties

FUNDAÇÃO CESP

Agravante/recorrente

autor

Recorrido

Procedural Posture

Agravo Interno No Recurso Especial Ação Condenatória (obrigação De Fazer) / Julgamento Na Quarta Turma (sessão Virtual), Decisão Monocrática Mantida; Agravo Interno Julgado Por Unanimidade

  1. 1 Aplicação do art. 31 da Lei n. 9.656/1998 quanto à inclusão de inativos em plano coletivo único
  2. 2 Forma de custeio aplicável e cálculo do valor devido pelo inativo (custo médio mensal, custo operacional, rateio, faixas etárias)
  3. 3 Incidência das Súmulas 7/STJ e 284/STF quanto à impossibilidade de revisão de matéria fático-probatória e insuficiência de razões recursais

Ratio Decidendi

O agravo interno foi desprovido porque o entendimento consolidado no Tema Repetitivo 1034/STJ exige a inclusão de ativos e inativos em plano coletivo único com paridade de condições e modelo de pagamento, permitindo que o inativo custeie integralmente o plano mediante soma de sua cota-parte com a parcela correspondente ao empregador; além disso, a revisão do valor devido pelo inativo demandaria reexame de fatos e provas (incidência da Súmula 7/STJ) e as razões recursais não eram suficientes para identificar a forma de rateio adotada (incidência da Súmula 284/STF).