AREsp 1869062 - DECISAO
O Tribunal conheceu do agravo e negou provimento ao recurso especial porque o acórdão de origem está em consonância com a jurisprudência consolidada do STJ (incidência da Súmula 83), e as questões sobre portabilidade de carências e demais fatos foram examinadas pelo tribunal a quo, sendo vedado o reexame de matéria...
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- Parties
- Agravante/recorrente: RAONI AVANZE BENEDETI; Agravada/recorrida: Unimed Campinas
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 December 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Conhecimento Do Agravo E Negativa De Provimento Ao Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do agravo para negar provimento ao recurso especial.
- Legal Topics
- Planos De Saúde Coletivos, Migração/portabilidade De Carências, Rescisão/resilição De Contrato Coletivo, Admissibilidade De Recurso Especial, Súmula 83/stj, Súmula 7/stj
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Parties
RAONI AVANZE BENEDETI
Agravante/recorrente
Unimed Campinas
Agravada/recorrida
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Conhecimento Do Agravo E Negativa De Provimento Ao Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Admissibilidade do recurso especial diante de acórdão em consonância com jurisprudência do STJ (Súmula 83)
- 2 Aplicação do direito de migração/portabilidade de carências em caso de extinção de plano coletivo
- 3 Possibilidade ou não de manutenção dos mesmos valores de mensalidade ao migrar de plano coletivo para individual/familiar
Ratio Decidendi
O Tribunal conheceu do agravo e negou provimento ao recurso especial porque o acórdão de origem está em consonância com a jurisprudência consolidada do STJ (incidência da Súmula 83), e as questões sobre portabilidade de carências e demais fatos foram examinadas pelo tribunal a quo, sendo vedado o reexame de matéria fático-probatória em recurso especial (Súmula 7). Assim, não se verificam os requisitos de admissibilidade do recurso especial invocados pelo agravante.
Court Disposition
Conheço do agravo para negar provimento ao recurso especial.
Orders
- Majoro os honorários advocatícios devidos à parte recorrida de R$ 1.500,00 para R$ 1.650,00.
- Publique-se.
Full Case Text
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1 paragraphs
DECISÃO Trata-se de agravo desafiando decisão que não admitiu recurso especial interposto porRAONI AVANZE BENEDETIcom fundamento no art. 105, III, "a" e "c", da Constituição Federal, contra acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, assim ementado: APELAÇÃO - PLANO DE SAÚDE - Ação de obrigação de fazer - Contratação de novo plano de saúde pela empregadora - Pretensão contra a operadora do plano extinto visando a migração para plano individual com manutenção das mesmas condições e valores - Situação equiparada ao caso de rescisão imotivada do contrato pela operadora - Inviabilidade de manutenção do autor em contrato coletivo extinto, todavia, que não impede o reconhecimento do direito à migração para plano de saúde individual ou familiar de padrão equivalente, mantidas as demais condições, como cobertura e rede credenciada, sem novas carências, porém sem o direito da manutenção dos mesmos valores - Art. 1º, da Resolução CONSU nº 19/1999 - Operadora que comprovou ter disponibilizado novo plano com direito ao exercício de portabilidade de carências - Sentença mantida - NEGARAM PROVIMENTO AO RECURSO. Nas razões do recurso especial, o ora agravante aponta violação dos arts. 30da Lei n. 9.656/98, 4º, III, 6º, V e 51, X e § 1º, II, do CDC, bem como divergência jurisprudencial.Sustenta, em síntese, a manutenção das condições doplano de saúde da modalidade "coletivo empresarial" na modalidade "individual",independente denovos prazos de carência, limitação de cobertura ecoparticipação. Apresentadas contrarrazões às fls. 258/263, e-STJ. O referido recurso não foi admitido, por se entender, essencialmente, que não foram preenchidos os requisitos de admissibilidade, nos moldes legais (fls. 264/267, e-STJ). Daí porque foi interposto o presente agravo. É o relatório. Passo a decidir. No tocante à alegadaviolação dos arts. 30da Lei n. 9.656/98,4º, III, 6º, V e 51, X e § 1º, II, do CDC, tem-se que a Corte a quoassim concluiu (fls. 187/192, e-STJ): "Restou incontroverso que o autor era beneficiário de plano de saúde oferecido pela empregadora e operado pela ré Unimed Campinas, o qual foi extinto e o serviço de saúde foi transferido para outras duas operadoras de plano de saúde, no que,pretendendo sua migração para um plano individual na Unimed Campinas, o segurado ajuizou esta ação. No caso, a questão que se discute, não se trata, pois, de simples migração como faz crer o apelante, mas sim de pretensão de manutenção do plano de saúde, já que esta demanda visa assegurar as mesmas condições de cobertura e preço de plano coletivo não mais existente.Ocorre que, consoante prevê o artigo 26 da Resolução Normativa 259/2011 da ANS:"O direito assegurado nos artigos 30 e 31 da Lei nº 9.656, de 1998, se extingue na ocorrência de qualquer das hipóteses abaixo: III pelo cancelamento do plano privado de assistência à saúde pelo empregador que concede este benefício a seus empregados ativos e ex-empregados"(destaques não originais). Entendimento contrário levaria à criação de plano coletivo exclusivo para o autor, o que não se pode admitir, até porque a ele foi dada a possibilidade de optar por um dos dois novos planos de saúde contratados pela empregadora ou mesmo de efetuar sua migração para um plano individual da apelada. Portanto, reitera-se, nada obstante não possa o autor ser mantido a um plano de saúde coletivo extinto, na medida em que o acessório segue o principal, é certo que faz jus à migração para plano de saúde individual ou familiar, em padrão equivalente ao que era vinculado, independentemente do cumprimento de novos prazos de carência. .. Contudo, é certo que o direito à migração não pressupõe a manutenção dos mesmos valores anteriormente praticados. .. Assim, diante da inviabilidade de manutenção do autor como beneficiário de contrato coletivo extinto, resta-lhe somente a possibilidade de migração para plano individual ou familiar, sem o direito à manutenção do mesmo valor das mensalidades, haja vista as peculiaridades de cada regime e tipo contratual (atuária e massa de beneficiários), que geram preços e custeio diferenciados." (grifou-se) Nesse contexto, verifica-se que o entendimento esposado no v. acórdão recorrido está em consonância com a pacífica jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça assente no sentido de que "rescindido o contrato coletivo antes existente entre operadora e empregadora, o beneficiário possui direito a ser incluído no novo plano de saúde coletivo eventualmente contratado pela ex-empregadora ou fazer a migração para plano individual ou familiar (quando comercializados pela operadora), sem cumprimento de novos prazos de carência, desde que se submeta às novas regras e encargos inerentes a essa modalidade contratual". E ainda: "não há de se falar em manutenção do mesmo valor das mensalidades aos beneficiários que migram do plano coletivo empresarial para o plano individual ou familiar, haja vista as peculiaridades de cada regime e tipo contratual (atuária e massa de beneficiários), que geram preços diferenciados". Nesse sentido: AGRAVO INTERNO. PLANO DE SAÚDE COLETIVO. RESILIÇÃO. POSSIBILIDADE.DIREITO À MIGRAÇÃO PARA PLANO DE SAÚDE INDIVIDUAL OU FAMILIAR, NOS CASOS EM QUE OPERADORA TAMBÉM ADMINISTRE PLANO DE SAÚDE DESSA NATUREZA. 1. Por um lado, o "art. 13, inciso III, da Lei n. 9.656/1998, veda a "suspensão ou a rescisão unilateral do contrato, em qualquer hipótese, durante a ocorrência de internação do titular" - o que não é o caso do recorrente. Com efeito, há abusividade quando ocorre "a rescisão contratual de plano de saúde, individual ou coletivo, por parte da operadora, durante o período em que a parte segurada esteja submetida a tratamento de emergência ou de urgência, garantidor da sua sobrevivência e/ou incolumidade física. Precedentes." (AgInt no REsp 1862008/SP, Rel. Ministra NANCY ANDRIGHI, TERCEIRA TURMA, julgado em 22/06/2020, DJe 25/06/2020)" (AgInt na TutPrv no AREsp 1697442/SP, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, QUARTA TURMA, julgado em 12/04/2021, DJe 20/04/2021). Por outro lado, os "contratos de planos privados de assistência à saúde coletivos podem sofrer resilição imotivada após a vigência do período de 12 (doze) meses e mediante prévia notificação da outra parte com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias (art. 17, parágrafo único, da RN nº 195/2009 da ANS). Não há falar em manutenção do mesmo valor das mensalidades aos beneficiários que migram do plano coletivo empresarial para o plano individual ou familiar, haja vista as peculiaridades de cada regime e tipo contratual (atuária e massa de beneficiários), que geram preços diferenciados. O que deve ser evitado é a abusividade, tomando-se como referência o valor de mercado da modalidade contratual (REsp 1471569/RJ, Rel. Ministro RICARDO VILLAS BÔAS CUEVA, TERCEIRA TURMA, julgado em 01/03/2016, DJe 07/03/2016)" (AgInt nos EDcl no REsp 1792214/SP, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, QUARTA TURMA, julgado em 10/08/2020, DJe 13/08/2020). 2. "Nos termos jurisprudência do STJ, rescindido o contrato coletivo antes existente entre operadora e empregadora, o beneficiário possui direito a ser incluído no novo plano de saúde coletivo eventualmente contratado pela ex-empregadora ou fazer a migração para plano individual ou familiar (quando comercializados pela operadora), sem cumprimento de novos prazos de carência, desde que se submeta às novas regras e encargos inerentes a essa modalidade contratual.Precedentes." (AgInt no AREsp 1720112/SP, Rel. Ministro MARCO BUZZI, QUARTA TURMA, julgado em 27/10/2020, DJe 20/11/2020). 3. Isso porque "não é ilegal a recusa de operadoras de planos de saúde de comercializarem planos individuais por atuarem apenas no segmento de planos coletivos. Não há norma legal alguma obrigando-as a atuar em determinado ramo de plano de saúde. O que é vedada é a discriminação de consumidores em relação a produtos e serviços que já são oferecidos no mercado de consumo por determinado fornecedor, como costuma ocorrer em recusas arbitrárias na contratação de planos individuais quando tal tipo estiver previsto na carteira da empresa" (REsp 1592278/DF, Rel. Ministro RICARDO VILLAS BÔAS CUEVA, TERCEIRA TURMA, julgado em 07/06/2016, DJe 20/06/2016). Com efeito, "nas situações de denúncia unilateral do contrato de plano de saúde coletivo empresarial, é recomendável ao empregador promover a pactuação de nova avença com outra operadora, evitando-se prejuízos aos seus empregados (ativos e inativos), que não precisarão se socorrer da portabilidade ou da migração a planos individuais, de custos mais elevados. Aplicabilidade do Tema Repetitivo-STJ nº 1.034" (REsp 1924526/PE, Rel. Ministra NANCY ANDRIGHI, Rel. p/ Acórdão Ministro RICARDO VILLAS BÔAS CUEVA, TERCEIRA TURMA, julgado em 22/06/2021, DJe 03/08/2021). 4. Agravo interno não provido. (AgInt no REsp 1941254/RJ, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, QUARTA TURMA, julgado em 11/10/2021, DJe 18/10/2021, g.n.) EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. PLANO DE SAÚDE EMPRESARIAL. RESILIÇÃO DO CONTRATO. DIREITO QUE SE RESTRINGE AO OFERECIMENTO DE MIGRAÇÃO PARA UM PLANO DE SAÚDE INDIVIDUAL OU FAMILIAR, APROVEITANDO-SE AS CARÊNCIAS. DIREITO À MANUTENÇÃO DO PAGAMENTO DA MESMA CONTRAPRESTAÇÃO PECUNIÁRIA. DESCABIMENTO. 1. Por um lado, "não se garante ao ex-empregado o direito à manutenção de plano de saúde vigente durante o contrato de trabalho quando há rescisão de contrato de plano de saúde coletivo entre a empregadora estipulante e a operadora" (AgInt no REsp 1686240/SP, Rel. Ministro LÁZARO GUIMARÃES (DESEMBARGADOR CONVOCADO DO TRF 5ª REGIÃO), QUARTA TURMA, julgado em 21/08/2018, DJe 27/08/2018). 2. Com efeito, o direito é à migração - aproveitando-se as carências -, e não àcriação de novo plano de saúde individual ou familiar idêntico ao coletivo (em usurpação da competência da ANS, que teria de autorizar previamente esse novo produto que,evidentemente, também teria de se submeter a novos cálculos atuariais para formar o suporte do custeio para essa cobertura específica). Isso porque "os contratos de planos privados de assistência à saúde coletivos podem sofrer resilição imotivada após a vigência do período de 12 (doze) meses e mediante prévia notificação da outra parte com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias (art. 17, parágrafo único, da RN nº 195/2009 da ANS). Não há falar em manutenção do mesmo valor das mensalidades aos beneficiários que migram do plano coletivo empresarial para o plano individual ou familiar, haja vista as peculiaridades de cada regime e tipo contratual (atuária e massa de beneficiários), que geram preços diferenciados. O que deve ser evitado é a abusividade, tomando-se como referência o valor de mercado da modalidade contratual" (REsp 1471569/RJ, Rel. Ministro RICARDO VILLAS BÔAS CUEVA, TERCEIRA TURMA, julgado em 01/03/2016, DJe 07/03/2016)"(AgInt nos EDcl no REsp 1792214/SP, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, QUARTA TURMA, julgado em 10/08/2020, DJe 13/08/2020). 3. Embargos de declaração rejeitados. (EDcl no AgInt no REsp 1781438/RJ, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, QUARTA TURMA, julgado em 06/10/2020, DJe 16/10/2020, g.n.) Como se vê, a orientação do Tribunal de origem está em consonância ao entendimento do Superior Tribunal de Justiça, o que atrai a incidência do verbete 83/STJ, que se aplica tanto à admissibilidade pela alínea "a" quanto pela alínea "c" do permissivo constitucional. Nesse sentido: CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO NO RECURSO ESPECIAL. ATRASO NA ENTREGA DE OBRA. DANOS MORAIS. DESCARACTERIZAÇÃO. REEXAME DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO DOS AUTOS. INADMISSIBILIDADE. ÓBICE DA SÚMULA N. 7 DO STJ. DECISÃO MANTIDA. (..) 4. Ademais, "encontrando-se o aresto de origem em sintonia à jurisprudência consolidada nesta Corte, a Súmula 83 do STJ serve de óbice ao processamento do recurso especial, tanto pela alínea "a" como pela alínea "c", a qual viabilizaria o reclamo pelo dissídio jurisprudencial" (AgInt nos EDcl no AREsp n. 741.863/SP, Relator Ministro MARCO BUZZI, QUARTA TURMA, julgado em 30/03/2020, DJe 1º/4/2020). 5. Agravo interno a que se nega provimento. (AgInt no REsp 1834730/RO, Rel. Ministro ANTONIO CARLOS FERREIRA, QUARTA TURMA, julgado em 28/09/2020, DJe 01/10/2020, g.n.) AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. PROCESSUAL CIVIL. DECISÃO DA PRESIDÊNCIA. RECONSIDERAÇÃO. VIOLAÇÃO AO ART. 1.022 DO CPC/2015. ARGUIÇÃO GENÉRICA. SÚMULA 284/STF. ABANDONO DA CAUSA POR MAIS DE 30 DIAS. INTIMAÇÃO PARA SE MANIFESTAR. INÉRCIA. EXTINÇÃO DO FEITO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO. DECISÃO DE ACORDO COM A JURISPRUDÊNCIA DO STJ. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 83/STJ. AGRAVO INTERNO PROVIDO PARA CONHECER DO AGRAVO E NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO ESPECIAL. (..) 3. Estando a decisão recorrida de acordo com a jurisprudência desta Corte, o recurso especial encontra óbice na Súmula 83 do STJ, pelas alíneas a e c do permissivo constitucional. 4. Agravo interno provido para reconsiderar a decisão agravada e, em novo exame, conhecer do agravo para negar provimento ao recurso especial. (AgInt no AREsp 1597323/RJ, Rel. Ministro RAUL ARAÚJO, QUARTA TURMA, julgado em 24/08/2020, DJe 15/09/2020, g.n.) Por fim, no que concerne ao prazo de carência, a Corte Estadual assim consignou: "a propósito, em que pese a alegação do autor de que a apelada lhe impôs nova carência, nota-se da contestação alegação totalmente oposta e que é validada pelo documento de fls. 102 que, expressamente, prevê o direito de exercício da portabilidade de carências" (fl. 190, e-STJ). Nesse contexto, constata-se que o egrégio Tribunal de origem, após o exame acurado dos autos edo acervo fático-probatório, destacou que o direito de exercício de portabilidade de carências foi assegurado pelo"documento de fls. 102". Dessa forma, derruir a referida conclusão implicaria oreexame dos fatos e provas, o que é inadmissível em sede de recurso especial, por vedação da Súmula 7 do Superior Tribunal de Justiça, já que"inviável, em recurso especial, reexaminar matéria fático-probatória. Incidência da Súmula 7 do Superior Tribunal de Justiça"(AgInt no REsp 1911427/SP, Rel. Ministra MARIA ISABEL GALLOTTI, QUARTA TURMA, julgado em 29/11/2021, DJe 01/12/2021). Diante do exposto, nos termos do art. 253, parágrafo único, II, b, do RISTJ, conheço do agravo para negar provimento ao recurso especial. Com fulcro no art. 85, § 11, do CPC, majoro os honorários advocatícios devidos àparte recorridade R$ 1.500,00 para R$ 1.650,00. Publique-se.