AREsp 2722585 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque não houve omissão nos termos do art. 1.022 do CPC; a prescrição pode ser conhecida de ofício por ser matéria de ordem pública; não ficou demonstrada renúncia tácita por ato inequívoco da instituição financeira; e, em conformidade com a jurisprudência desta Corte, a obrigação de prestar contas foi limitada a 3 anos para valores investidos em ações e a 5 anos para montantes investidos em debêntures, devendo ser mantido o acórdão impugnado.
- Parties
- Agravante: MAURÍCIO HERMES DE MORAES; Agravado: instituição financeira recorrida
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 20 February 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento (sessão Virtual De 11/02/2025 a 17/02/2025)
- Outcome
- Agravo interno não provido
- Legal Topics
- Prescrição, Ação De Exigir Contas, Fundo 157, Renúncia À Prescrição, Preclusão Lógica, Omissão (art. 1.022 Do Cpc)
Case Brief
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Parties
MAURÍCIO HERMES DE MORAES
Agravante
instituição financeira recorrida
Agravado
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento (sessão Virtual De 11/02/2025 a 17/02/2025)
Legal Issues
- 1 Violação do art. 1.022 do CPC (alegada omissão)
- 2 Reconhecimento de prescrição em ação de exigir contas relativa ao Fundo 157
- 3 Caracterização de renúncia tácita da prescrição e preclusão lógica
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque não houve omissão nos termos do art. 1.022 do CPC; a prescrição pode ser conhecida de ofício por ser matéria de ordem pública; não ficou demonstrada renúncia tácita por ato inequívoco da instituição financeira; e, em conformidade com a jurisprudência desta Corte, a obrigação de prestar contas foi limitada a 3 anos para valores investidos em ações e a 5 anos para montantes investidos em debêntures, devendo ser mantido o acórdão impugnado.
Court Disposition
Agravo interno não provido
Orders
- NEGO PROVIMENTO ao agravo interno.
- Previno que a interposição de recurso contra este acórdão, se declarado manifestamente inadmissível, protelatório ou improcedente, poderá acarretar condenação à penalidade fixada no art. 1.026, § 2º, do CPC.
Full Case Text
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