AREsp 1753868 - DECISAO
O agravo não merece provimento porque as alegações de omissão nos termos do art. 1.022 do CPC/2015 foram genéricas e insuficientes (Súmula 284/STF); o Tribunal de origem corretamente concluiu pela não ocorrência de prescrição intercorrente, em consonância com a jurisprudência do STJ, de modo que incide o óbice da Súmula 83/STJ; questões fáticas sobre inércia da exequente são vedadas em recurso especial pela Súmula 7/STJ; e o ponto relativo à penhora das quotas deve ser decidido pelo juízo de primeiro grau, não sendo válido o ataque genérico ao fundamento suficiente do acórdão (Súmula 283/STF). Assim, nega-se provimento ao agravo com fundamento no art. 932 do CPC c/c Súmula 568/STJ.
- Parties
- Agravante: JOSÉ MARIA COSTA BUENO; Agravante: MARIA DO CARMO GOMES BUENO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 25 May 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Juízo De Admissibilidade (decisão Que Negou Seguimento Ao Recurso Especial)
- Outcome
- Negado provimento ao agravo em recurso especial
- Legal Topics
- Prescrição Intercorrente, Penhora De Cotas Societárias, Negativa De Prestação Jurisdicional (omissão), Preclusão E Súmulas Do Stj/stf
Case Brief
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Parties
JOSÉ MARIA COSTA BUENO
Agravante
MARIA DO CARMO GOMES BUENO
Agravante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Juízo De Admissibilidade (decisão Que Negou Seguimento Ao Recurso Especial)
Legal Issues
- 1 Alegada violação ao art. 1.022 do CPC/2015 (omissão)
- 2 Alegação de ocorrência de prescrição intercorrente
- 3 Pedido de cancelamento da penhora sobre cotas da CONSINC Construtora
Ratio Decidendi
O agravo não merece provimento porque as alegações de omissão nos termos do art. 1.022 do CPC/2015 foram genéricas e insuficientes (Súmula 284/STF); o Tribunal de origem corretamente concluiu pela não ocorrência de prescrição intercorrente, em consonância com a jurisprudência do STJ, de modo que incide o óbice da Súmula 83/STJ; questões fáticas sobre inércia da exequente são vedadas em recurso especial pela Súmula 7/STJ; e o ponto relativo à penhora das quotas deve ser decidido pelo juízo de primeiro grau, não sendo válido o ataque genérico ao fundamento suficiente do acórdão (Súmula 283/STF). Assim, nega-se provimento ao agravo com fundamento no art. 932 do CPC c/c Súmula 568/STJ.
Court Disposition
Negado provimento ao agravo em recurso especial
Orders
- Nego provimento ao agravo em recurso especial.
- Publique-se.
Full Case Text
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