AREsp 2839277 - ACORDAO

AREsp 2839277 - ACORDAO

O agravo interno não é conhecido porque a parte não impugnou de forma específica os fundamentos da decisão monocrática, nos termos do art. 1.021, §1º do CPC/15, aplicando-se o óbice previsto na Súmula 182/STJ; a multa recursal não foi aplicada por não se verificar, no momento, intuito meramente protelatório.

Parties
Agravante: BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A.
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
01 September 2025
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial Ação De Revisão Contratual / Decisão Monocrática Que Não Conheceu Do Agravo Interno (não Admitido) Sessão Virtual Da Quarta Turma De 19/08/2025 a 25/08/2025
Outcome
Agravo interno não conhecido
Legal Topics
Princípio Da Dialeticidade, Impugnação Específica (art. 1.021, §1º, Cpc/15), Súmula 182/stj, Multa Recursal (art. 1.021, §4º

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Authorities cited 9 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A.

Agravante

Procedural Posture

Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial Ação De Revisão Contratual / Decisão Monocrática Que Não Conheceu Do Agravo Interno (não Admitido) Sessão Virtual Da Quarta Turma De 19/08/2025 a 25/08/2025

  1. 1 Ofensa ao princípio da dialeticidade
  2. 2 Obrigatoriedade de impugnação específica nos termos do art. 1.021, §1º, CPC/15
  3. 3 Aplicação da Súmula 182/STJ como óbice ao agravo

Ratio Decidendi

O agravo interno não é conhecido porque a parte não impugnou de forma específica os fundamentos da decisão monocrática, nos termos do art. 1.021, §1º do CPC/15, aplicando-se o óbice previsto na Súmula 182/STJ; a multa recursal não foi aplicada por não se verificar, no momento, intuito meramente protelatório.

Court Disposition

Agravo interno não conhecido

Orders

  • Não conhecer do agravo interno.
  • Deixar de aplicar, no presente momento, a multa recursal prevista no art. 1.021, §4º, do CPC/15; advertir sobre possibilidade de aplicação de penalidades em caso de atos protelatórios.