REsp 2162675 - DECISAO
Mantém-se o acórdão que aplicou o princípio da insignificância porque, no caso concreto, o bem subtraído foi avaliado em R$25,00, foi recuperado, e as circunstâncias do delito demonstram mínima ofensividade, reduzido grau de reprovabilidade e ausência de periculosidade social, argumentos suficientes para negar provimento ao recurso especial apesar de condenação anterior do agente.
- Parties
- Recorrente: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO TOCANTINS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 21 October 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão De Mérito
- Outcome
- Negou provimento ao recurso especial interposto pelo Ministério Público do Estado do Tocantins
- Legal Topics
- Princípio Da Insignificância, Furto Qualificado, Admissibilidade De Recurso Especial, Precedentes Jurisprudenciais
Case Brief
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Parties
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO TOCANTINS
Recorrente
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão De Mérito
Legal Issues
- 1 Aplicabilidade do princípio da insignificância ao furto qualificado (art. 155, §4º, IV, CP)
- 2 Efeito da reiteração criminosa sobre a possibilidade de reconhecimento da insignificância
- 3 Valoração do montante subtraído em face do salário mínimo como critério de inaplicabilidade
Ratio Decidendi
Mantém-se o acórdão que aplicou o princípio da insignificância porque, no caso concreto, o bem subtraído foi avaliado em R$25,00, foi recuperado, e as circunstâncias do delito demonstram mínima ofensividade, reduzido grau de reprovabilidade e ausência de periculosidade social, argumentos suficientes para negar provimento ao recurso especial apesar de condenação anterior do agente.
Court Disposition
Negou provimento ao recurso especial interposto pelo Ministério Público do Estado do Tocantins
Orders
- Manter o acórdão que absolveu o recorrido
- Intimem-se
Full Case Text
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