AREsp 2742615 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo regimental porque o valor dos bens subtraídos (R$ 315,42) não é insignificante frente ao salário mínimo vigente (superior a 30%), e porque a agravante possui predicados pessoais desfavoráveis (reincidência e maus antecedentes), circunstâncias que afastam a aplicação do princípio da insignificância; ainda, a existência ou falha de vigilância não descaracteriza a consumação do furto, conforme Súmula 567/STJ.
- Parties
- Agravante: PATRÍCIA MUNIZ DA SILVA ALVES; Manifestou Ciência: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 May 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Agravo Em Recurso Especial / Julgado Pela Sexta Turma
- Outcome
- Negar provimento ao agravo regimental
- Legal Topics
- Princípio Da Insignificância, Crime Impossível, Reincidência, Maus Antecedentes, Súmula 567/stj
Case Brief
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Parties
PATRÍCIA MUNIZ DA SILVA ALVES
Agravante
Ministério Público Federal
Manifestou Ciência
Procedural Posture
Agravo Regimental No Agravo Em Recurso Especial / Julgado Pela Sexta Turma
Legal Issues
- 1 Aplicabilidade do princípio da insignificância no furto
- 2 Caracterização do crime impossível
- 3 Relevância do valor da res furtiva
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo regimental porque o valor dos bens subtraídos (R$ 315,42) não é insignificante frente ao salário mínimo vigente (superior a 30%), e porque a agravante possui predicados pessoais desfavoráveis (reincidência e maus antecedentes), circunstâncias que afastam a aplicação do princípio da insignificância; ainda, a existência ou falha de vigilância não descaracteriza a consumação do furto, conforme Súmula 567/STJ.
Court Disposition
Negar provimento ao agravo regimental
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental.
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