HC 1073630 - ACORDAO
A manutenção da prisão preventiva foi justificada pela garantia da ordem pública diante da gravidade concreta da conduta demonstrada pela apreensão de significativa quantidade e variedade de entorpecentes, inscrições alusivas à facção Comando Vermelho, rádio transmissor e indícios de que a residência funcionava como base operacional; as medidas cautelares diversas foram consideradas insuficientes e não há ilegalidade flagrante que permita o reexame fático-probatório em habeas corpus, razão pela qual o agravo regimental deve ser negado.
- Parties
- Agravante: DANIEL JOSE DE SOUZA; Órgão Julgador/respondente: Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 April 2026
- Procedural Posture
- Agrav O Regimental No Habeas Corpus / Julgamento Da Quinta Turma Em Sessão Virtual (09/04/2026 a 15/04/2026); Agravo Regimental Negado, Ordem Denegada
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Tráfico De Drogas, Associação Para O Tráfico, Medidas Cautelares, Revisão Fático Probatória Em Habeas Corpus, Garantia Da Ordem Pública
Case Brief
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Parties
DANIEL JOSE DE SOUZA
Agravante
Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro
Órgão Julgador/respondente
Procedural Posture
Agrav O Regimental No Habeas Corpus / Julgamento Da Quinta Turma Em Sessão Virtual (09/04/2026 a 15/04/2026); Agravo Regimental Negado, Ordem Denegada
Legal Issues
- 1 Adequação do habeas corpus como substitutivo de recurso próprio
- 2 Existência de fundamentação concreta para prisão preventiva (art. 312 CPP)
- 3 Presença de indícios mínimos de autoria e materialidade
Ratio Decidendi
A manutenção da prisão preventiva foi justificada pela garantia da ordem pública diante da gravidade concreta da conduta demonstrada pela apreensão de significativa quantidade e variedade de entorpecentes, inscrições alusivas à facção Comando Vermelho, rádio transmissor e indícios de que a residência funcionava como base operacional; as medidas cautelares diversas foram consideradas insuficientes e não há ilegalidade flagrante que permita o reexame fático-probatório em habeas corpus, razão pela qual o agravo regimental deve ser negado.
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