HC 865719 - DECISAO
O habeas corpus foi julgado prejudicado em razão da superveniência de sentença condenatória que manteve a prisão preventiva do paciente, de modo que a alegação sobre ausência de reavaliação periódica da prisão tornou-se prejudicada, nos termos do art. 316, parágrafo único, do CPP e do art. 34, inciso XX, do Regimento Interno do STJ.
- Parties
- Paciente: REGINALDO PEREIRA; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado de Tocantins; Ministério Público: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 May 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Prejudicado
- Outcome
- Habeas corpus prejudicado
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Tráfico De Drogas, Formação Da Culpa, Revisão Periódica Da Prisão Preventiva, Direito De Recorrer Em Liberdade, Estatuto Da Criança E Do Adolescente
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
REGINALDO PEREIRA
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de Tocantins
Autoridade Coatora
Ministério Público Federal
Ministério Público
Procedural Posture
Habeas Corpus / Prejudicado
Legal Issues
- 1 Excesso de prazo para formação da culpa
- 2 Ausência de reavaliação periódica da prisão preventiva (Lei nº 13.964/2019)
- 3 Manutenção da prisão preventiva na sentença e direito de recorrer em liberdade
Ratio Decidendi
O habeas corpus foi julgado prejudicado em razão da superveniência de sentença condenatória que manteve a prisão preventiva do paciente, de modo que a alegação sobre ausência de reavaliação periódica da prisão tornou-se prejudicada, nos termos do art. 316, parágrafo único, do CPP e do art. 34, inciso XX, do Regimento Interno do STJ.
Court Disposition
Habeas corpus prejudicado
Orders
- Publique-se
- Intimem-se
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment