RHC 193017 - DECISAO
A Corte manteve a prisão preventiva porque as instâncias ordinárias demonstraram a materialidade do delito e indícios suficientes de autoria, a existência de risco à ordem pública dada a gravidade e o modus operandi do crime e a complexidade das investigações envolvendo organização criminosa, além de ter sido demonstrada contemporaneidade entre a representação (dezembro/2022) e o decreto (04/05/2023); assim, medidas cautelares alternativas foram consideradas inadequadas e a ordem de habeas corpus foi denegada.
- Parties
- Paciente/recorrente: VONCLEITON PEREIRA DE QUEIROZ; Investigado: DAMIÃO IZIDIO DA SILVA; Investigado: JOSÉ MONTEIRO AZEVEDO; Investigado: JOSÉ GABRIEL DE LIMA FERREIRA; Investigado: GABRIEL HENRIQUE DE LIMA BARBOSA; Investigado: HERIKLES DE LIMA BARBOSA; Investigado: JONAS SERAFIM ALVES; Investigado: JEFFERSON LINS DA SILVA; Investigado: FLÁVIO DE LIMA MONTEIRO; Órgão Ministerial/parte Fiscal: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 27 May 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Julgamento Em Recurso Em Habeas Corpus No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- denegado provimento ao recurso em habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Homicídio Qualificado, Contemporaneidade Da Prisão Preventiva, Medidas Cautelares, Organização Criminosa
Case Brief
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Parties
VONCLEITON PEREIRA DE QUEIROZ
Paciente/recorrente
DAMIÃO IZIDIO DA SILVA
Investigado
JOSÉ MONTEIRO AZEVEDO
Investigado
JOSÉ GABRIEL DE LIMA FERREIRA
Investigado
GABRIEL HENRIQUE DE LIMA BARBOSA
Investigado
HERIKLES DE LIMA BARBOSA
Investigado
JONAS SERAFIM ALVES
Investigado
JEFFERSON LINS DA SILVA
Investigado
FLÁVIO DE LIMA MONTEIRO
Investigado
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Órgão Ministerial/parte Fiscal
Procedural Posture
Habeas Corpus / Julgamento Em Recurso Em Habeas Corpus No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 ausência de contemporaneidade do decreto preventivo
- 2 fundamentação concreta da prisão preventiva
- 3 insuficiência de medidas cautelares diversas da prisão
Ratio Decidendi
A Corte manteve a prisão preventiva porque as instâncias ordinárias demonstraram a materialidade do delito e indícios suficientes de autoria, a existência de risco à ordem pública dada a gravidade e o modus operandi do crime e a complexidade das investigações envolvendo organização criminosa, além de ter sido demonstrada contemporaneidade entre a representação (dezembro/2022) e o decreto (04/05/2023); assim, medidas cautelares alternativas foram consideradas inadequadas e a ordem de habeas corpus foi denegada.
Court Disposition
denegado provimento ao recurso em habeas corpus
Orders
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus
- Publique-se
Full Case Text
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