RHC 203615 - ACORDAO
Havendo elementos concretos nos autos — indícios de autoria e materialidade, investigação em curso que exigiu diligências, notícia de nova prisão em flagrante por fato em 08/08/2024 (art. 56 da Lei n. 14.785/2023), antecedentes e investigações por crime da mesma espécie e indicativos de fuga e má-fé processual — está demonstrado o periculum libertatis e o risco de reiteração delitiva, bem como a contemporaneidade da medida no momento de sua decretação, razão pela qual a prisão preventiva deve ser mantida e o agravo regimental improvido.
- Parties
- Agravante: JULIO CÉSAR MOREIRA; Co Réu: MAX RODRIGUES DOS SANTOS; Vítima: Tiago João Borges; Vítima: Geison Douglas da Silva; Vítima: Everton da Costa Ferraz
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 07 November 2024
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento Em Sessão Virtual (sexta Turma) Decisão Colegiada, Negado Provimento
- Outcome
- Agravo regimental improvido; negado provimento ao recurso e mantida a prisão preventiva do agravante.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Estelionato, Contemporaneidade Da Medida Cautelar, Risco De Reiteração Delitiva, Medidas Cautelares Alternativas, Indícios De Fuga
Case Brief
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Parties
JULIO CÉSAR MOREIRA
Agravante
MAX RODRIGUES DOS SANTOS
Co Réu
Tiago João Borges
Vítima
Geison Douglas da Silva
Vítima
Everton da Costa Ferraz
Vítima
Procedural Posture
Agravo Regimental No Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento Em Sessão Virtual (sexta Turma) Decisão Colegiada, Negado Provimento
Legal Issues
- 1 Existência de fundamentação concreta para decretação/manutenção da prisão preventiva
- 2 Verificação da contemporaneidade da prisão preventiva
- 3 Risco de reiteração delitiva em razão de maus antecedentes, investigação em curso e prisão em flagrante por nova conduta
Ratio Decidendi
Havendo elementos concretos nos autos — indícios de autoria e materialidade, investigação em curso que exigiu diligências, notícia de nova prisão em flagrante por fato em 08/08/2024 (art. 56 da Lei n. 14.785/2023), antecedentes e investigações por crime da mesma espécie e indicativos de fuga e má-fé processual — está demonstrado o periculum libertatis e o risco de reiteração delitiva, bem como a contemporaneidade da medida no momento de sua decretação, razão pela qual a prisão preventiva deve ser mantida e o agravo regimental improvido.
Court Disposition
Agravo regimental improvido; negado provimento ao recurso e mantida a prisão preventiva do agravante.
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental.
- Manter a prisão preventiva de JULIO CÉSAR MOREIRA (decisão agravada).
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