HC 974448 - DECISAO

HC 974448 - DECISAO

Não se conheceu do habeas corpus por ausência de flagrante ilegalidade: a manutenção da prisão preventiva mostrou-se devidamente fundamentada nos termos do art. 312 do CPP em razão da apreensão de grande quantidade e variedade de entorpecentes, da integração da paciente em organização criminosa e da pena aplicada (10 anos e 9 meses, regime fechado); não foi demonstrada a imprescindibilidade do cuidado materno exclusivo para autorizar a prisão domiciliar nos termos do art. 318 e da Lei nº 13.769/2018, de modo que o pedido não prevalece diante da situação excepcional do caso.

Parties
Paciente: TAMIRIS COSTA DE OLIVEIRA; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo; Ministerio Publico Federal: Ministério Público Federal
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
06 February 2025
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
Outcome
não conheço do habeas corpus
Legal Topics
Prisão Preventiva, Prisão Domiciliar, Tráfico De Drogas, Associação Para O Tráfico, Organização Criminosa, Proteção À Criança, Aplicação Da Lei Nº 13.769/2018, Art. 312 CPP, Art. 318 CPP

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Authorities cited 22 Party arguments 2 Amounts and remedies 8
Sign in to unlock

Parties

TAMIRIS COSTA DE OLIVEIRA

Paciente

Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo

Autoridade Coatora

Ministério Público Federal

Ministerio Publico Federal

Procedural Posture

Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento

  1. 1 Existência de flagrante ilegalidade no indeferimento da prisão domiciliar
  2. 2 Fundamentação concreta da prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP
  3. 3 Possibilidade de substituição da prisão preventiva por domiciliar para mãe de criança menor de 12 anos (art. 318 e Lei nº 13.769/2018)

Ratio Decidendi

Não se conheceu do habeas corpus por ausência de flagrante ilegalidade: a manutenção da prisão preventiva mostrou-se devidamente fundamentada nos termos do art. 312 do CPP em razão da apreensão de grande quantidade e variedade de entorpecentes, da integração da paciente em organização criminosa e da pena aplicada (10 anos e 9 meses, regime fechado); não foi demonstrada a imprescindibilidade do cuidado materno exclusivo para autorizar a prisão domiciliar nos termos do art. 318 e da Lei nº 13.769/2018, de modo que o pedido não prevalece diante da situação excepcional do caso.

Court Disposition

não conheço do habeas corpus

Orders

  • Publique-se
  • Intimem-se