HC 1000600 - DECISAO
Não se conhece do habeas corpus porque a via é inadequada para substituir recurso próprio e não há ilegalidade flagrante no acórdão do Tribunal de Justiça de Pernambuco; o restabelecimento da prisão preventiva está suficientemente fundamentado na gravidade do crime, no modus operandi e na prolongada condição de foragido do paciente, sendo que alegações que exigiriam dilação probatória (ausência de diligências, suposta renovação de mandado de ofício) não podem ser analisadas no writ; ademais o eventual atraso na reavaliação prevista no art. 316 do CPP não implica automática ilegalidade.
- Parties
- Paciente: CARLOS ANDRÉ FÉLIX DE MELO; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO; Recorrente: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 May 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
- Outcome
- não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Contemporaneidade, Citação Por Edital, Fuga Do Distrito Da Culpa, Reavaliação Da Prisão (art. 316 Cpp), Medidas Cautelares Diversas Da Prisão
Case Brief
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Parties
CARLOS ANDRÉ FÉLIX DE MELO
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
Autoridade Coatora
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
Recorrente
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
Legal Issues
- 1 Legalidade do restabelecimento da prisão preventiva pelo Tribunal de origem
- 2 Contemporaneidade dos motivos da prisão preventiva
- 3 Necessidade de dilação probatória para examinar alegações sobre diligências e esgotamento de meios de localização
Ratio Decidendi
Não se conhece do habeas corpus porque a via é inadequada para substituir recurso próprio e não há ilegalidade flagrante no acórdão do Tribunal de Justiça de Pernambuco; o restabelecimento da prisão preventiva está suficientemente fundamentado na gravidade do crime, no modus operandi e na prolongada condição de foragido do paciente, sendo que alegações que exigiriam dilação probatória (ausência de diligências, suposta renovação de mandado de ofício) não podem ser analisadas no writ; ademais o eventual atraso na reavaliação prevista no art. 316 do CPP não implica automática ilegalidade.
Court Disposition
não conheço do habeas corpus
Orders
- Não conheço do habeas corpus
- Publique-se
Full Case Text
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