RHC 144684 - DECISAO
Negou-se provimento ao habeas corpus porque a prisão preventiva foi devidamente fundamentada nos termos do art. 312 do CPP: a gravidade concreta do roubo (com concurso de agentes e uso de simulacro de arma de fogo) e o modus operandi indicam risco à ordem pública e insuficiência de medidas cautelares diversas, não sendo suficientes as circunstâncias pessoais favoráveis do paciente para afastar a custódia.
- Parties
- Recorrente: FELIPE PEREIRA NOE DE SOUSA; Órgão Recorrido: Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais; Investigado: Max José; Investigado: Davi
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 March 2021
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Julgamento De Recurso Em Habeas Corpus (decisão De Mérito)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Habeas Corpus, Roubo, Garantia Da Ordem Pública, Modus Operandi
Case Brief
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Parties
FELIPE PEREIRA NOE DE SOUSA
Recorrente
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
Órgão Recorrido
Max José
Investigado
Davi
Investigado
Procedural Posture
Habeas Corpus / Julgamento De Recurso Em Habeas Corpus (decisão De Mérito)
Legal Issues
- 1 Presença dos requisitos autorizadores da prisão preventiva (art. 312 CPP)
- 2 Possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas
- 3 Relevância das condições pessoais favoráveis para afastar a custódia cautelar
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao habeas corpus porque a prisão preventiva foi devidamente fundamentada nos termos do art. 312 do CPP: a gravidade concreta do roubo (com concurso de agentes e uso de simulacro de arma de fogo) e o modus operandi indicam risco à ordem pública e insuficiência de medidas cautelares diversas, não sendo suficientes as circunstâncias pessoais favoráveis do paciente para afastar a custódia.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso.
Orders
- Nego provimento ao recurso.
- Publique-se.
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