MS 25954 - DECISAO
O ato administrativo impugnado foi emanado de Secretaria de Atenção Primária à Saúde, não do Ministro de Estado da Saúde; portanto, o Ministro é ilegitimo para compor o polo passivo do mandado de segurança, afastando a competência originária do STJ, devendo os autos ser encaminhados ao Juízo Federal de primeiro grau em Brasília/DF para prosseguimento contra a autoridade remanescente.
- Parties
- Impetrantes: OSMAY GOMEZ BARROSO e OUTROS; Autoridade Coatora (reconhecida Ilegitimidade Passiva): Ministro de Estado da Saúde; Autoridade Coatora Remanescente: Secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 April 2021
- Procedural Posture
- Mandado De Segurança / Decisão De Reconhecimento De Ilegitimidade Passiva E Encaminhamento Ao Juízo Federal De 1º Grau
- Outcome
- Reconhecida a ilegitimidade passiva do Ministro da Saúde; Ministro excluído do polo passivo; autos remetidos ao Juízo Federal de primeiro grau em Brasília/DF
- Legal Topics
- Programa Mais Médicos Para O Brasil, Ilegitimidade Passiva, Competência, Mandado De Segurança, Encaminhamento Ao Juízo Federal De 1º Grau
Case Brief
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Parties
OSMAY GOMEZ BARROSO e OUTROS
Impetrantes
Ministro de Estado da Saúde
Autoridade Coatora (reconhecida Ilegitimidade Passiva)
Secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde
Autoridade Coatora Remanescente
Procedural Posture
Mandado De Segurança / Decisão De Reconhecimento De Ilegitimidade Passiva E Encaminhamento Ao Juízo Federal De 1º Grau
Legal Issues
- 1 Ilegitimidade passiva do Ministro de Estado da Saúde para responder a mandado de segurança relativo ao Programa Mais Médicos
- 2 Incompetência do Superior Tribunal de Justiça para processar mandado de segurança contra autoridade sem prerrogativa de foro
- 3 Necessidade de remessa dos autos ao juízo federal de primeiro grau competente
Ratio Decidendi
O ato administrativo impugnado foi emanado de Secretaria de Atenção Primária à Saúde, não do Ministro de Estado da Saúde; portanto, o Ministro é ilegitimo para compor o polo passivo do mandado de segurança, afastando a competência originária do STJ, devendo os autos ser encaminhados ao Juízo Federal de primeiro grau em Brasília/DF para prosseguimento contra a autoridade remanescente.
Court Disposition
Reconhecida a ilegitimidade passiva do Ministro da Saúde; Ministro excluído do polo passivo; autos remetidos ao Juízo Federal de primeiro grau em Brasília/DF
Orders
- Exclusão do Ministro de Estado da Saúde do polo passivo da impetração
- Encaminhamento dos autos ao Juízo Federal de primeiro grau, em Brasília/DF, sede administrativa da autoridade impetrada remanescente
Full Case Text
Judgment text and source record
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