AREsp 1721205 - ACORDAO
Aplicam-se as regras de admissibilidade do CPC/2015; o Tribunal a quo concluiu, com amparo em precedentes do STJ, que a CEF atuou apenas como agente financeiro, sem responsabilidade sobre a execução da obra, e o agravante não trouxe elementos capazes de demonstrar a inadequação dos fundamentos do julgado recorrido, razão pela qual o agravo interno deve ser negado.
- Parties
- Agravante: ADEILDO PORFÍRIO DA SILVA; Agravado: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 08 February 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Acórdão
- Outcome
- Agravo interno não provido
- Legal Topics
- Programa Minha Casa Minha Vida, Vícios Construtivos, Legitimidade Passiva Da Caixa Econômica Federal, Responsabilidade Do Agente Financeiro, Agravo Interno
Case Brief
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Parties
ADEILDO PORFÍRIO DA SILVA
Agravante
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Agravado
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Acórdão
Legal Issues
- 1 Aplicabilidade do Novo CPC (CPC/2015) aos recursos interpostos
- 2 Se a Caixa Econômica Federal possui legitimidade passiva por vícios de construção em imóvel financiado pelo PMCMV
- 3 Critérios para diferenciar atuação da CEF como agente financeiro ou agente executor de política habitacional
Ratio Decidendi
Aplicam-se as regras de admissibilidade do CPC/2015; o Tribunal a quo concluiu, com amparo em precedentes do STJ, que a CEF atuou apenas como agente financeiro, sem responsabilidade sobre a execução da obra, e o agravante não trouxe elementos capazes de demonstrar a inadequação dos fundamentos do julgado recorrido, razão pela qual o agravo interno deve ser negado.
Court Disposition
Agravo interno não provido
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
- Manter integralmente o julgado impugnado
Full Case Text
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