MS 25579 - ACORDAO
O agravo interno foi improvido porque, ao tempo do recebimento dos autos no STJ, o alegado vício (omissão do Advogado-Geral da União para regulamentar o art. 20 da Lei 13.606/2018) já havia sido sanado pela Portaria 471/2019, tornando o mandado de segurança prejudicado, e porque as providências pleiteadas (adesão ao Programa de Regularização Rural e suspensão da execução) são atribuições dos órgãos de execução da Procuradoria-Geral da União, não do Advogado-Geral da União, de modo que este não possui legitimidade para figurar como autoridade coatora no polo passivo; assim, manteve-se a extinção do mandado de segurança por ilegitimidade da autoridade impetrada e negou-se provimento ao...
- Parties
- Impetrante / Agravante: MARLY CORREA DE FARIA; Autoridade Impetrada / Agravada: Advogado-Geral da União
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 February 2021
- Procedural Posture
- Mandado De Segurança / Agravo Interno No STJ (decisão Colegiada)
- Outcome
- Agravo interno improvido; mantida decisão que extinguiu o mandado de segurança por ilegitimidade do Advogado-Geral da União e prejudicado quanto à alegada omissão.
- Legal Topics
- Programa De Regularização Rural, Regulamentação Administrativa, Omissão Administrativa, Ilegitimidade Passiva, Suspensão De Execução, Portaria 471/2019, Lei 13.606/2018
Case Brief
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Parties
MARLY CORREA DE FARIA
Impetrante / Agravante
Advogado-Geral da União
Autoridade Impetrada / Agravada
Procedural Posture
Mandado De Segurança / Agravo Interno No STJ (decisão Colegiada)
Legal Issues
- 1 Omissão da autoridade impetrada em regulamentar o art. 20 da Lei 13.606/2018
- 2 Prejudicialidade do mandado de segurança em razão da posterior regulamentação pela Portaria 471/2019
- 3 Ilegitimidade do Advogado-Geral da União para figurar como autoridade coatora em pedidos atinentes a atos de execução da PGU
Ratio Decidendi
O agravo interno foi improvido porque, ao tempo do recebimento dos autos no STJ, o alegado vício (omissão do Advogado-Geral da União para regulamentar o art. 20 da Lei 13.606/2018) já havia sido sanado pela Portaria 471/2019, tornando o mandado de segurança prejudicado, e porque as providências pleiteadas (adesão ao Programa de Regularização Rural e suspensão da execução) são atribuições dos órgãos de execução da Procuradoria-Geral da União, não do Advogado-Geral da União, de modo que este não possui legitimidade para figurar como autoridade coatora no polo passivo; assim, manteve-se a extinção do mandado de segurança por ilegitimidade da autoridade impetrada e negou-se provimento ao...
Court Disposition
Agravo interno improvido; mantida decisão que extinguiu o mandado de segurança por ilegitimidade do Advogado-Geral da União e prejudicado quanto à alegada omissão.
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
- Manter a extinção do mandado de segurança sem resolução do mérito, nos termos do art. 485, VI, do CPC/2015
Full Case Text
Judgment text and source record
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