AREsp 2683000 - ACORDAO
Mantida a pronúncia porque o Tribunal estadual reconheceu indícios mínimos de autoria corroborados por provas testemunhais, imagens de câmeras, dados telemáticos e perícias; a alteração para impronúncia exigiria revolvimento probatório, o que é inviável em recurso especial por força da Súmula n. 7/STJ, e a jurisprudência do STJ afasta o uso do in dubio pro societate como standard para a pronúncia.
- Parties
- Agravante: JHONY HUDSON DE SOUZA FARIAS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 07 April 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental / Decisão Colegiada Sexta Turma (negado Provimento)
- Outcome
- Agravo regimental não provido
- Legal Topics
- Pronúncia, Indícios Mínimos De Autoria, Revolvimento Do Acervo Fático Probatório, Princípio in Dubio Pro Societate, Súmula N. 7/stj
Case Brief
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Parties
JHONY HUDSON DE SOUZA FARIAS
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental / Decisão Colegiada Sexta Turma (negado Provimento)
Legal Issues
- 1 Pode a pronúncia ser mantida com base em indícios mínimos de autoria sem revolvimento do acervo fático-probatório?
- 2 É aplicável o princípio do in dubio pro societate como standard probatório na pronúncia?
- 3 O revolvimento do acervo fático-probatório em recurso especial é vedado pela Súmula n. 7/STJ?
Ratio Decidendi
Mantida a pronúncia porque o Tribunal estadual reconheceu indícios mínimos de autoria corroborados por provas testemunhais, imagens de câmeras, dados telemáticos e perícias; a alteração para impronúncia exigiria revolvimento probatório, o que é inviável em recurso especial por força da Súmula n. 7/STJ, e a jurisprudência do STJ afasta o uso do in dubio pro societate como standard para a pronúncia.
Court Disposition
Agravo regimental não provido
Orders
- Nega-se provimento ao agravo regimental
- Mantém-se a decisão de pronúncia
Full Case Text
Judgment text and source record
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