REsp 2167747 - ACORDAO
O agravo interno foi improvido porque a tese recursal vinculada ao art. 239 do CPC/2015 não foi efetivamente apreciada pelo Tribunal de origem (ausência de prequestionamento e falta de embargos de declaração), de modo que o recurso especial não poderia ser conhecido; além disso, a pretensão demandaria reexame do conjunto fático-probatório (obstáculo da Súmula 7/STJ) e o acórdão recorrido está em conformidade com a jurisprudência do STJ sobre litisconsórcio facultativo em danos ambientais.
- Parties
- Agravante: Jean Carlos Porto
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 18 March 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno / Julgamento (sessão Virtual)
- Outcome
- Agravo interno improvido; negar provimento ao agravo interno
- Legal Topics
- Querela Nullitatis Insanabilis, Art. 239 Do Cpc/2015, Prequestionamento, Súmula 7/stj, Súmulas 211/stj, 282 E 356/stf, Reexame Fático Probatório, Litisconsórcio Facultativo
Case Brief
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Parties
Jean Carlos Porto
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno / Julgamento (sessão Virtual)
Legal Issues
- 1 Alegada violação do art. 239 do CPC/2015
- 2 Ausência de prequestionamento
- 3 Incidência das Súmulas 282 e 356 do STF
Ratio Decidendi
O agravo interno foi improvido porque a tese recursal vinculada ao art. 239 do CPC/2015 não foi efetivamente apreciada pelo Tribunal de origem (ausência de prequestionamento e falta de embargos de declaração), de modo que o recurso especial não poderia ser conhecido; além disso, a pretensão demandaria reexame do conjunto fático-probatório (obstáculo da Súmula 7/STJ) e o acórdão recorrido está em conformidade com a jurisprudência do STJ sobre litisconsórcio facultativo em danos ambientais.
Court Disposition
Agravo interno improvido; negar provimento ao agravo interno
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
- Manter a decisão recorrida
Full Case Text
Judgment text and source record
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