AREsp 2818524 - DECISAO
Conheceu-se do agravo em parte e, nessa extensão, negou-se provimento porque o Tribunal de origem corretamente concluiu que o reconhecimento pessoal previsto no art. 226 do CPP não era obrigatório diante da prisão em flagrante e da existência de outros elementos probatórios que corroboraram a autoria; a alegação de estado de necessidade não foi comprovada e sua apreciação exigiria reexame do conjunto fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ; e a questão relativa ao art. 20, §1º do CP não foi prequestionada pela corte de origem, inviabilizando o conhecimento do ponto.
- Parties
- Agravante/recorrente: JULIA PONTES FERREIRA DIAS; Recorrido/contrarréu: MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 14 April 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Julgado Pelo Superior Tribunal De Justiça (decisão Conheceu Em Parte E Negou Provimento)
- Outcome
- Conheço do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, nesta extensão, nego-lhe provimento.
- Legal Topics
- Reconhecimento Pessoal (art. 226 Do Cpp), Estado De Necessidade (art. 24 Do Cp), Erro De Tipo / Discriminante Putativa (art. 20, §1º, Cp), Reexame Do Conjunto Fático Probatório (súmula 7/stj), Roubo Majorado (art. 157, §2º, II, Súmulas E Jurisprudência Do Stj/stf
Case Brief
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Parties
JULIA PONTES FERREIRA DIAS
Agravante/recorrente
MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS
Recorrido/contrarréu
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgado Pelo Superior Tribunal De Justiça (decisão Conheceu Em Parte E Negou Provimento)
Legal Issues
- 1 Obrigatoriedade do reconhecimento pessoal previsto no art. 226 do CPP em caso de prisão em flagrante
- 2 Reconhecimento do estado de necessidade como excludente de ilicitude e possível redução de pena
- 3 Prequestionamento relativo ao art. 20, §1º do Código Penal
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo em parte e, nessa extensão, negou-se provimento porque o Tribunal de origem corretamente concluiu que o reconhecimento pessoal previsto no art. 226 do CPP não era obrigatório diante da prisão em flagrante e da existência de outros elementos probatórios que corroboraram a autoria; a alegação de estado de necessidade não foi comprovada e sua apreciação exigiria reexame do conjunto fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ; e a questão relativa ao art. 20, §1º do CP não foi prequestionada pela corte de origem, inviabilizando o conhecimento do ponto.
Court Disposition
Conheço do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, nesta extensão, nego-lhe provimento.
Orders
- Conheço do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, nesta extensão, nego-lhe provimento.
- Publique-se.
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