REsp 2110275 - DECISAO
Reconsiderando a decisão monocrática, o Tribunal concluiu que o Tribunal a quo fundamentou devidamente as matérias suscitadas (afastando omissão), que a falta de intimação pessoal não gerou nulidade uma vez que o recorrente teve ciência após virtualização dos autos, e que tampouco restou demonstrada prescrição quinquenal ou novação, pois a repactuação não foi homologada e continha cláusula que autorizava o prosseguimento da execução; ademais, eventual revisão desses pontos demandaria reexame factual vedado pelas Súmulas 5 e 7/STJ. Por esses motivos conheceu-se parcialmente do recurso especial e negou-se-lhe provimento, e deram-se provimento aos agravos internos.
- Parties
- Agravantes: Irene Passos Cadilhe e outros; Recorrente: Estado do Maranhão
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 10 April 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial (agravo Interno) / Juízo De Retratação E Julgamento Do Recurso Especial/agravos Internos
- Outcome
- Dou provimento aos agravos internos; conheço parcialmente do recurso especial do Estado do Maranhão e, nesta parte, nego-lhe provimento.
- Legal Topics
- Recurso Especial, Agravo Interno, Embargos De Declaração, Prescrição, Novação, Cumprimento De Sentença, Execução, Intimação Da Fazenda Pública, Repactuação, Cláusula Penal/multa Compensatória
Case Brief
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Parties
Irene Passos Cadilhe e outros
Agravantes
Estado do Maranhão
Recorrente
Procedural Posture
Recurso Especial (agravo Interno) / Juízo De Retratação E Julgamento Do Recurso Especial/agravos Internos
Legal Issues
- 1 Alegada omissão na fundamentação (arts. 489 §1º III e 1.022 do CPC/2015)
- 2 Nulidade por ausência de intimação pessoal da Fazenda Pública (art. 183 do CPC/2015)
- 3 Prescrição quinquenal/intercorrente (art. 1º do Decreto n. 20.910/1932)
Ratio Decidendi
Reconsiderando a decisão monocrática, o Tribunal concluiu que o Tribunal a quo fundamentou devidamente as matérias suscitadas (afastando omissão), que a falta de intimação pessoal não gerou nulidade uma vez que o recorrente teve ciência após virtualização dos autos, e que tampouco restou demonstrada prescrição quinquenal ou novação, pois a repactuação não foi homologada e continha cláusula que autorizava o prosseguimento da execução; ademais, eventual revisão desses pontos demandaria reexame factual vedado pelas Súmulas 5 e 7/STJ. Por esses motivos conheceu-se parcialmente do recurso especial e negou-se-lhe provimento, e deram-se provimento aos agravos internos.
Court Disposition
Dou provimento aos agravos internos; conheço parcialmente do recurso especial do Estado do Maranhão e, nesta parte, nego-lhe provimento.
Orders
- Dou provimento aos Agravos Internos de fls. 2061-2068, 2070-2078 e 2083-2095
- Conheço parcialmente do recurso especial do Estado do Maranhão e, nesta parte, nego-lhe provimento
Full Case Text
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