AREsp 1742694 - DECISAO
O Tribunal confirmou que o redirecionamento da execução fiscal ao espólio do sócio-gerente é legítimo quando comprovada a dissolução irregular (desativação sem comunicação aos órgãos competentes) e quando os créditos tributários foram constituídos no período em que o sócio exercia a administração; considerou que não houve prescrição pelo marco inicial adotado (actio nata) e que o reexame do acervo fático-probatório e do contrato social é inviável no Recurso Especial, razão pela qual conheceu do agravo para não conhecer do recurso especial.
- Parties
- Agravante/recorrente: Espólio de Eduardo Faviero; Exequente/agravado: Estado do Rio Grande do Sul; Executada: empresa executada
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 25 March 2021
- Procedural Posture
- Agravo Contra Inadmissão De Recurso Especial / Agravo De Instrumento Decisão Sobre Admissibilidade Do Recurso Especial
- Outcome
- Agravo de Instrumento desprovido; conhecido do Agravo para não conhecer do Recurso Especial
- Legal Topics
- Redirecionamento Da Execução Fiscal, Dissolução Irregular Da Sociedade, Prescrição, Responsabilidade Do Espólio, Súmula 435/stj, Temas Repetitivos (tema 444/stj, Tema 630/stj
Case Brief
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Parties
Espólio de Eduardo Faviero
Agravante/recorrente
Estado do Rio Grande do Sul
Exequente/agravado
empresa executada
Executada
Procedural Posture
Agravo Contra Inadmissão De Recurso Especial / Agravo De Instrumento Decisão Sobre Admissibilidade Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Se houve prescrição para o redirecionamento da execução fiscal ao sócio/espólio
- 2 Se é legítimo o redirecionamento da execução fiscal ao espólio do sócio-gerente quando a sociedade foi desativada sem comunicação aos órgãos competentes
- 3 Qual o marco inicial da prescrição (teoria da actio nata)
Ratio Decidendi
O Tribunal confirmou que o redirecionamento da execução fiscal ao espólio do sócio-gerente é legítimo quando comprovada a dissolução irregular (desativação sem comunicação aos órgãos competentes) e quando os créditos tributários foram constituídos no período em que o sócio exercia a administração; considerou que não houve prescrição pelo marco inicial adotado (actio nata) e que o reexame do acervo fático-probatório e do contrato social é inviável no Recurso Especial, razão pela qual conheceu do agravo para não conhecer do recurso especial.
Court Disposition
Agravo de Instrumento desprovido; conhecido do Agravo para não conhecer do Recurso Especial
Orders
- Nego provimento ao agravo de instrumento.
- Conheço do Agravo para não conhecer do Recurso Especial.
Full Case Text
Judgment text and source record
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