AREsp 1714472 - ACORDAO

AREsp 1714472 - ACORDAO

Negou-se provimento ao agravo interno porque o recurso especial não pode ser utilizado para revisar fundamentação constitucional firmada pelo Supremo Tribunal Federal; a interpretação da tese de repercussão geral (RE 574.706) que exclui o ICMS destacado na nota fiscal da base de cálculo do PIS/COFINS é de natureza constitucional e inapta à reanálise pelo STJ em sede de recurso especial, e não é necessária a espera do trânsito em julgado da decisão do STF para aplicação do paradigma.

Parties
Agravante: FAZENDA NACIONAL; Agravado: Presidência do Superior Tribunal de Justiça
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
25 February 2021
Procedural Posture
Agravo Interno Em Recurso Especial / Decisão De Mérito Agravo Interno Negado
Legal Topics
Repercussão Geral, Exclusão Do ICMS Da Base De Cálculo Do Pis/cofins, Competência Do STF, Trânsito Em Julgado

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

FAZENDA NACIONAL

Agravante

Presidência do Superior Tribunal de Justiça

Agravado

Procedural Posture

Agravo Interno Em Recurso Especial / Decisão De Mérito Agravo Interno Negado

  1. 1 Cabe ao recurso especial revisar fundamentação constitucional firmada pelo STF?
  2. 2 Qual a base de cálculo a ser excluída (ICMS destacado na nota fiscal ou ICMS escritural a recolher)?
  3. 3 É necessário aguardar o trânsito em julgado da tese firmada pelo STF para sua aplicação?

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao agravo interno porque o recurso especial não pode ser utilizado para revisar fundamentação constitucional firmada pelo Supremo Tribunal Federal; a interpretação da tese de repercussão geral (RE 574.706) que exclui o ICMS destacado na nota fiscal da base de cálculo do PIS/COFINS é de natureza constitucional e inapta à reanálise pelo STJ em sede de recurso especial, e não é necessária a espera do trânsito em julgado da decisão do STF para aplicação do paradigma.