AREsp 2841142 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque a recorrente não comprovou a existência de dissídio jurisprudencial e de ofensa legal apta a autorizar o conhecimento do recurso especial, e porque o reexame do conjunto fático-probatório realizado pelo Tribunal de origem é vedado nesta instância (Súmulas 5 e 7/STJ). Ademais, a Corte reafirmou o entendimento de que a cláusula penal pode ser revista quando manifestamente excessiva e que a Lei 13.786/2018 não afasta automaticamente a aplicação do Código de Defesa do Consumidor; no caso concreto o Tribunal de origem fixou a retenção em 20% sobre o total pago por entender essa medida proporcional e excluiu a taxa de fruição e a comissão de corretagem da...
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 May 2025
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos (cpc/2015, Art. 1.042) / Decisão Sobre Agravo Interposto Contra Inadmissão De Recurso Especial
- Outcome
- Negou provimento ao agravo.
- Legal Topics
- Rescisão Contratual, Distrato Imobiliário, Cláusula Penal, Lei 13.786/2018, Art. 32 a Da Lei N. 6.766/1979, Código De Defesa Do Consumidor, Dissídio Jurisprudencial, Honorários Advocatícios, Súmulas Do STJ
Case Brief
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Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos (cpc/2015, Art. 1.042) / Decisão Sobre Agravo Interposto Contra Inadmissão De Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Admissibilidade do recurso especial com fundamento nas alíneas 'a' e 'c' do art. 105 da CF
- 2 Revisão de cláusula penal em contrato celebrado após a Lei 13.786/2018
- 3 Aplicação do Código de Defesa do Consumidor a cláusulas de distrato
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque a recorrente não comprovou a existência de dissídio jurisprudencial e de ofensa legal apta a autorizar o conhecimento do recurso especial, e porque o reexame do conjunto fático-probatório realizado pelo Tribunal de origem é vedado nesta instância (Súmulas 5 e 7/STJ). Ademais, a Corte reafirmou o entendimento de que a cláusula penal pode ser revista quando manifestamente excessiva e que a Lei 13.786/2018 não afasta automaticamente a aplicação do Código de Defesa do Consumidor; no caso concreto o Tribunal de origem fixou a retenção em 20% sobre o total pago por entender essa medida proporcional e excluiu a taxa de fruição e a comissão de corretagem da...
Court Disposition
Negou provimento ao agravo.
Orders
- Majorou os honorários advocatícios em 20% do valor arbitrado, na forma do art. 85, § 11, do CPC/2015, observando os limites dos §§ 2º e 3º.
- Publique-se e intimem-se.
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