AREsp 1909717 - DECISAO
O Tribunal entendeu que não houve prova de ilegalidade ou abuso da prisão preventiva à época de sua decretação, de modo que não há erro do Poder Judiciário indenizável; a modificação dessa conclusão dependeria de reexame de fatos e provas vedado pela Súmula 7 do STJ, motivo pelo qual o Recurso Especial não foi conhecido; majoraram-se honorários em 10% em razão do agravo interposto.
- Parties
- Agravante: PATRICIA ESTEVAM DA SILVA; Recorrido: Estado de Alagoas
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 August 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Conhecido O Agravo; Não Conhecido O Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do Agravo e não conheço do Recurso Especial
- Legal Topics
- Responsabilidade Civil Do Estado, Danos Morais, Prisão Preventiva, Súmula 7/stj, Honorários Advocatícios
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
PATRICIA ESTEVAM DA SILVA
Agravante
Estado de Alagoas
Recorrido
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecido O Agravo; Não Conhecido O Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Possibilidade de indenização por prisão preventiva supostamente indevida
- 2 Ônus da prova quanto à ilegalidade/abuso da prisão preventiva
- 3 Vedação ao reexame de fatos e provas no Recurso Especial (Súmula 7)
Ratio Decidendi
O Tribunal entendeu que não houve prova de ilegalidade ou abuso da prisão preventiva à época de sua decretação, de modo que não há erro do Poder Judiciário indenizável; a modificação dessa conclusão dependeria de reexame de fatos e provas vedado pela Súmula 7 do STJ, motivo pelo qual o Recurso Especial não foi conhecido; majoraram-se honorários em 10% em razão do agravo interposto.
Court Disposition
Conheço do Agravo e não conheço do Recurso Especial
Orders
- Conheço do Agravo
- Não conheço do Recurso Especial
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment