REsp 2205290 - ACORDAO
O agravo interno foi improvido porque as teses indicadas no recurso especial não foram prequestionadas no acórdão recorrido (devendo, se o caso, ter sido suscitadas por embargos de declaração) e porque o acolhimento das alegações demandaria reexame do conjunto fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ, impondo-se assim a manutenção do aresto recorrido.
- Parties
- Autor / Recorrido: Edilson Pereira Barros; Ré / Agravante / Recorrente: Energisa Tocantins Distribuidora de Energia S.A.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 27 October 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno Em Recurso Especial / Julgamento Na Segunda Turma (sessão Virtual); Agravo Interno Improvido
- Outcome
- Agravo interno improvido; negar provimento ao agravo interno
- Legal Topics
- Responsabilidade Civil, Danos Morais, Danos Materiais, Prequestionamento, Súmula 7/stj, Responsabilidade Objetiva, Nexo De Causalidade
Case Brief
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Parties
Edilson Pereira Barros
Autor / Recorrido
Energisa Tocantins Distribuidora de Energia S.A.
Ré / Agravante / Recorrente
Procedural Posture
Agravo Interno Em Recurso Especial / Julgamento Na Segunda Turma (sessão Virtual); Agravo Interno Improvido
Legal Issues
- 1 Prequestionamento sobre art. 14, § 3º, II, do Código de Defesa do Consumidor e arts. 884 e 944 do Código Civil
- 2 Vedação ao reexame de prova pelo recurso especial (Súmula 7/STJ)
- 3 Razoabilidade do quantum indenizatório
Ratio Decidendi
O agravo interno foi improvido porque as teses indicadas no recurso especial não foram prequestionadas no acórdão recorrido (devendo, se o caso, ter sido suscitadas por embargos de declaração) e porque o acolhimento das alegações demandaria reexame do conjunto fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ, impondo-se assim a manutenção do aresto recorrido.
Court Disposition
Agravo interno improvido; negar provimento ao agravo interno
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
- Manutenção da decisão recorrida que condenou Energisa Tocantins Distribuidora de Energia S.A. ao pagamento de danos materiais de R$ 7.850,00 e danos morais de R$ 30.000,00
Full Case Text
Judgment text and source record
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