AREsp 2576185 - DECISAO

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Negado provimento ao agravo porque o Tribunal de origem concluiu, com base no acervo probatório, que os fatos não configuram violação de direitos fundamentais típica da repressão militar e que a pretensão está fulminada pela prescrição quinquenal do art. 1º do Decreto 20.910/1932; a alteração dessa conclusão exigiria reexame do conjunto fático-probatório, providência vedada em recurso especial pela Súmula 7/STJ.

Parties
Agravante: João Evangelista de Souza
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
04 June 2024
Procedural Posture
Agravo / Recurso Especial Não Admitido
Outcome
Negado provimento ao agravo.
Legal Topics
Responsabilidade Civil Do Estado, Danos Morais, Prescrição, Imprescritibilidade, Anistia Política

Case Brief

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Parties

João Evangelista de Souza

Agravante

Procedural Posture

Agravo / Recurso Especial Não Admitido

  1. 1 Aplicabilidade da prescrição quinquenal do art. 1º do Decreto 20.910/1932
  2. 2 Imprescritibilidade de pretensões indenizatórias por violação de direitos fundamentais ocorridas no Regime Militar
  3. 3 Caracterização de perseguição política e sua prova nos autos

Ratio Decidendi

Negado provimento ao agravo porque o Tribunal de origem concluiu, com base no acervo probatório, que os fatos não configuram violação de direitos fundamentais típica da repressão militar e que a pretensão está fulminada pela prescrição quinquenal do art. 1º do Decreto 20.910/1932; a alteração dessa conclusão exigiria reexame do conjunto fático-probatório, providência vedada em recurso especial pela Súmula 7/STJ.

Court Disposition

Negado provimento ao agravo.

Orders

  • Condena-se a parte recorrente ao pagamento de honorários advocatícios equivalentes a 20% do valor já fixado a esse título no processo, observando-se o art. 98, § 3º, do CPC em razão da assistência judiciária gratuita.
  • Registro prévio de honorários advocatícios fixados em 10% sobre o valor da causa (decisão de origem).