AREsp 2210855 - ACORDAO
O acórdão recorrido fundamentou-se em premissas constitucionais e em precedentes do STF sobre a não abrangência da imunidade do art. 195, § 7º, CF às contribuições destinadas a terceiros; não tendo sido interposto recurso extraordinário simultâneo, aplica-se a Súmula 126/STJ, o que impõe o não conhecimento do recurso especial e, por consequência, o indeferimento do agravo interno.
- Parties
- Agravante: MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 February 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno Em Agravo Em Recurso Especial / Julgamento
- Outcome
- Negou provimento ao agravo interno.
- Legal Topics
- Súmula 126/stj, Súmula 7/stj, Recurso Especial, Recurso Extraordinário, Imunidade Tributária (art. 195, § 7º, Cf), Contribuições Destinadas a Terceiros, Precedente Do STF (are 744723 Ag R/sc)
Case Brief
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Parties
MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno Em Agravo Em Recurso Especial / Julgamento
Legal Issues
- 1 Aplicação da Súmula 126/STJ por existência de fundamento constitucional no acórdão recorrido
- 2 Obrigatoriedade de interposição simultânea de recurso extraordinário para conhecimento do recurso especial quando houver fundamento constitucional
- 3 Incidência de precedente do STF sobre imunidade de contribuições destinadas a terceiros
Ratio Decidendi
O acórdão recorrido fundamentou-se em premissas constitucionais e em precedentes do STF sobre a não abrangência da imunidade do art. 195, § 7º, CF às contribuições destinadas a terceiros; não tendo sido interposto recurso extraordinário simultâneo, aplica-se a Súmula 126/STJ, o que impõe o não conhecimento do recurso especial e, por consequência, o indeferimento do agravo interno.
Court Disposition
Negou provimento ao agravo interno.
Orders
- Negou provimento ao agravo interno.
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