AREsp 2239058 - ACORDAO

AREsp 2239058 - ACORDAO

O agravo interno não foi conhecido porque o agravante deixou de impugnar, de forma específica e dialética, os fundamentos da decisão que não admitiu o recurso especial, incorrendo na aplicação da Súmula 182 do STJ e não atendendo ao disposto no art. 1.021, §1º, do CPC/2015; assim, ausentes argumentos capazes de desconstituir o juízo de admissibilidade, impõe-se o não conhecimento do agravo interno.

Parties
Agravante: CARLOS FREDERICO PEREIRA OLÉA
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
28 October 2025
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Decisão Colegiada (sessão Virtual)
Outcome
Agravo interno não conhecido
Legal Topics
Súmula 182 Do STJ, Princípio Da Dialeticidade, Art. 932, III, Cpc/2015, Art. 1.021, §1º, Inadmissão De Recurso Especial, Agravo Interno Não Conhecido, Súmula 7/stj

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Authorities cited 16 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

CARLOS FREDERICO PEREIRA OLÉA

Agravante

Procedural Posture

Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Decisão Colegiada (sessão Virtual)

  1. 1 Ausência de impugnação específica aos fundamentos da decisão denegatória
  2. 2 Descumprimento do princípio da dialeticidade
  3. 3 Incidência da Súmula 182 do STJ

Ratio Decidendi

O agravo interno não foi conhecido porque o agravante deixou de impugnar, de forma específica e dialética, os fundamentos da decisão que não admitiu o recurso especial, incorrendo na aplicação da Súmula 182 do STJ e não atendendo ao disposto no art. 1.021, §1º, do CPC/2015; assim, ausentes argumentos capazes de desconstituir o juízo de admissibilidade, impõe-se o não conhecimento do agravo interno.

Court Disposition

Agravo interno não conhecido

Orders

  • Agravo interno não conhecido.
  • Previne as partes que a interposição de recurso contra esta decisão, se declarada manifestamente inadmissível, protelatória ou improcedente, poderá acarretar a condenação ao pagamento das penalidades previstas nos arts. 1.021, §4º, e 1.026, §2º, do CPC/2015.