AREsp 1878709 - DECISAO
Conheceu-se do agravo, mas manteve-se a inadmissão do recurso especial porque a pretensão recursal exigiria reexame do conjunto fático-probatório (incidência da Súmula 7/STJ) já que não há prova idônea de dolo ou culpa dos acusados para configurar ato de improbidade; quanto ao pedido de aplicação retroativa da Lei 14.230/2021, considerou-se que o novo regime prescricional não é aplicável retroativamente à sentença proferida em 28/10/2014, nos termos do entendimento do STF.
- Parties
- Agravante / Recorrente: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO TOCANTINS; Apelado / Recorrido: ARRHENIUS FÁBIO GIOVANNETTI NAVES
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 March 2024
- Procedural Posture
- Agravo Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Decisão Por Não Conhecer Do Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do agravo e não conheço do recurso especial do MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE TOCANTINS.
- Legal Topics
- Súmula 7/stj, Dolo E Culpa, Prescrição, Retroatividade Da Lei 14.230/2021, Inadmissão De Recurso Especial, Reexame De Prova
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO TOCANTINS
Agravante / Recorrente
ARRHENIUS FÁBIO GIOVANNETTI NAVES
Apelado / Recorrido
Procedural Posture
Agravo Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Decisão Por Não Conhecer Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Aplicabilidade da Súmula 7 do STJ ao recurso especial
- 2 Necessidade de demonstração de dolo para configuração de ato de improbidade (art. 11 da Lei 8.429/1992)
- 3 Efeitos da Lei 14.230/2021 sobre marcos prescricionais e sua retroatividade
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo, mas manteve-se a inadmissão do recurso especial porque a pretensão recursal exigiria reexame do conjunto fático-probatório (incidência da Súmula 7/STJ) já que não há prova idônea de dolo ou culpa dos acusados para configurar ato de improbidade; quanto ao pedido de aplicação retroativa da Lei 14.230/2021, considerou-se que o novo regime prescricional não é aplicável retroativamente à sentença proferida em 28/10/2014, nos termos do entendimento do STF.
Court Disposition
Conheço do agravo e não conheço do recurso especial do MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE TOCANTINS.
Orders
- Publique-se.
- Intimações necessárias.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment