AREsp 2651556 - ACORDAO
O agravo interno foi negado porque as alegações da agravante dependeriam do reexame de matéria fático-probatória, vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ, e não se demonstraram vícios no laudo pericial suficientes para justificar sua reabertura ou reelaboração, de modo que não há motivo para afastar a quantificação dos honorários conforme os parâmetros legais aplicáveis.
- Parties
- Agravante: MABÉNS ADMINISTRAÇÃO DE BENS PRÓPRIOS S/C LTDA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 May 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno (agravo Em Recurso Especial) / Julgamento Em Sessão Virtual (20/05/2025 a 26/05/2025)
- Outcome
- Negar provimento ao agravo interno
- Legal Topics
- Súmula 7/stj, Perícia, Cerceamento De Defesa, Reexame De Provas
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
MABÉNS ADMINISTRAÇÃO DE BENS PRÓPRIOS S/C LTDA
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno (agravo Em Recurso Especial) / Julgamento Em Sessão Virtual (20/05/2025 a 26/05/2025)
Legal Issues
- 1 Aplicabilidade da Súmula 7/STJ ao reexame de matéria fático-probatória
- 2 Existência de erro na perícia e alegação de cerceamento de defesa
- 3 Arbitramento e quantificação de honorários advocatícios
Ratio Decidendi
O agravo interno foi negado porque as alegações da agravante dependeriam do reexame de matéria fático-probatória, vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ, e não se demonstraram vícios no laudo pericial suficientes para justificar sua reabertura ou reelaboração, de modo que não há motivo para afastar a quantificação dos honorários conforme os parâmetros legais aplicáveis.
Court Disposition
Negar provimento ao agravo interno
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment