AREsp 2575368 - DECISAO

AREsp 2575368 - DECISAO

O Tribunal concluiu que não houve omissão na decisão recorrida, que analisou as teses suscitadas; com base nas provas e nos termos contratuais a origem verificou que a recorrente descumpriu diretrizes da plataforma (indícios de fraude na localização), razão pela qual a empresa, no exercício da autonomia privada, podia rescindir a parceria unilateralmente; a revisão do julgado implicaria reexame de fatos e provas e dos termos contratuais, óbice pelas Súmulas 5 e 7 do STJ, motivo pelo qual se negou provimento ao agravo em recurso especial.

Parties
Recorrente: ISA MONIQUE DE SANTANA COELHO; Recorrida: EMPRESA PROVEDORA DE APLICAÇÃO DE INTERNET
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
29 May 2024
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial / Julgamento Do Agravo Em Recurso Especial No STJ (decisão Monocrática)
Outcome
Negado provimento ao agravo em recurso especial
Legal Topics
Súmula 7 Do STJ, Autonomia Privada, Prestação Jurisdicional, Omissão, Revisão De Prova Fático Probatória, Responsabilidade Civil, Danos Morais

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 7 Authorities cited 13 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

ISA MONIQUE DE SANTANA COELHO

Recorrente

EMPRESA PROVEDORA DE APLICAÇÃO DE INTERNET

Recorrida

Procedural Posture

Agravo Nos Próprios Autos Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial / Julgamento Do Agravo Em Recurso Especial No STJ (decisão Monocrática)

  1. 1 Admissibilidade do recurso especial perante Súmula 7 do STJ
  2. 2 Alegada omissão no acórdão quanto à autenticidade da prova produzida pela parte recorrida
  3. 3 Se a empresa ré poderia ser compelida a manter a relação contratual com a motorista parceira

Ratio Decidendi

O Tribunal concluiu que não houve omissão na decisão recorrida, que analisou as teses suscitadas; com base nas provas e nos termos contratuais a origem verificou que a recorrente descumpriu diretrizes da plataforma (indícios de fraude na localização), razão pela qual a empresa, no exercício da autonomia privada, podia rescindir a parceria unilateralmente; a revisão do julgado implicaria reexame de fatos e provas e dos termos contratuais, óbice pelas Súmulas 5 e 7 do STJ, motivo pelo qual se negou provimento ao agravo em recurso especial.

Court Disposition

Negado provimento ao agravo em recurso especial

Orders

  • Nego provimento ao agravo em recurso especial
  • Majoro os honorários advocatícios em 20% (vinte por cento) do valor arbitrado, na forma do art. 85, § 11, do CPC/2015, observando-se os limites dos §§ 2º e 3º do referido dispositivo