REsp 2173199 - ACORDAO
O agravo interno foi improvido porque o acórdão recorrido decidiu com fundamento eminentemente constitucional (EC n. 113/2021), matéria cuja apreciação compete ao Supremo Tribunal Federal nos termos do art. 102 da Constituição Federal, sendo vedado ao STJ, na via estreita do recurso especial, analisar a alegada violação constitucional; ademais, não houve prequestionamento do art. 4º do Decreto 22.626/33 (não foram opostos embargos de declaração), incidindo as Súmulas 282 e 356 do STF, e há recurso extraordinário interposto que inviabiliza a providência do art. 1.032 do CPC/2015; por esses motivos mantida a decisão recorrida e negado provimento ao agravo interno.
- Parties
- Agravante: Estado do Tocantins
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 05 March 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno / Julgamento Pela Segunda Turma (decisão Colegiada)
- Outcome
- Agravo interno improvido; negar provimento ao agravo interno e manter a decisão recorrida.
- Legal Topics
- SELIC, Emenda Constitucional N. 113/2021, Prequestionamento, Súmula 282/stf, Súmula 356/stf, Decreto 22.626/33 Art. 4º, Anatocismo, Bis in Idem
Case Brief
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Parties
Estado do Tocantins
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno / Julgamento Pela Segunda Turma (decisão Colegiada)
Legal Issues
- 1 Incidência da taxa SELIC sobre juros anteriores e possível violação do princípio do bis in idem/constitucionalidade da solução
- 2 Competência do Supremo Tribunal Federal para apreciar questão de natureza eminentemente constitucional (art. 102 CF)
- 3 Exigência do prequestionamento para conhecimento do recurso especial, especialmente quanto ao art. 4º do Decreto 22.626/33
Ratio Decidendi
O agravo interno foi improvido porque o acórdão recorrido decidiu com fundamento eminentemente constitucional (EC n. 113/2021), matéria cuja apreciação compete ao Supremo Tribunal Federal nos termos do art. 102 da Constituição Federal, sendo vedado ao STJ, na via estreita do recurso especial, analisar a alegada violação constitucional; ademais, não houve prequestionamento do art. 4º do Decreto 22.626/33 (não foram opostos embargos de declaração), incidindo as Súmulas 282 e 356 do STF, e há recurso extraordinário interposto que inviabiliza a providência do art. 1.032 do CPC/2015; por esses motivos mantida a decisão recorrida e negado provimento ao agravo interno.
Court Disposition
Agravo interno improvido; negar provimento ao agravo interno e manter a decisão recorrida.
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
- Manter a decisão recorrida
Full Case Text
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