AREsp 2648627 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque a Corte de origem apreciou devidamente as questões relevantes e porque a jurisprudência do STJ é pacífica no sentido de que a cobrança referente ao SICOBE tem natureza tributária, sua cobrança é ilegal quando baseada em ato infralegal e a prestação efetiva do serviço não configura enriquecimento ilícito do contribuinte; assim, não há vício formal nem fundamento para reforma da decisão recorrida.
- Parties
- Agravante: CASA DA MOEDA DO BRASIL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 14 February 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno / Julgado Decisão Colegiada (primeira Turma, Sessão Virtual)
- Outcome
- Negar provimento ao agravo interno
- Legal Topics
- SICOBE, Cobrança Do Custo De Manutenção, Ilegalidade Da Cobrança, Enriquecimento Sem Causa, Súmula 83 Do STJ
Case Brief
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Parties
CASA DA MOEDA DO BRASIL
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno / Julgado Decisão Colegiada (primeira Turma, Sessão Virtual)
Legal Issues
- 1 Qual a natureza jurídica da cobrança atinente ao SICOBE (tributária ou ressarcimento)?
- 2 É legal a fixação da alíquota e da base de cálculo por ato infralegal?
- 3 Configura enriquecimento ilícito por parte do contribuinte em razão da efetiva prestação do serviço?
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque a Corte de origem apreciou devidamente as questões relevantes e porque a jurisprudência do STJ é pacífica no sentido de que a cobrança referente ao SICOBE tem natureza tributária, sua cobrança é ilegal quando baseada em ato infralegal e a prestação efetiva do serviço não configura enriquecimento ilícito do contribuinte; assim, não há vício formal nem fundamento para reforma da decisão recorrida.
Court Disposition
Negar provimento ao agravo interno
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
- Manter o acórdão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região na parte impugnada
Full Case Text
Judgment text and source record
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