EREsp 1372911 - DECISAO
Os embargos de divergência foram rejeitados porque não há dissídio jurisprudencial: o acórdão indicado como paradigma é decisão monocrática, que não comprova divergência, e o acórdão embargado está em consonância com a jurisprudência pacificada do Tribunal, segundo a qual o prazo prescricional para a pretensão de indenização por danos morais em caso de recusa de renovação de seguro de vida em grupo é de um ano, de modo que incide a Súmula 168/STJ.
- Parties
- Embargante: Maria Ignez Rocha da Rosa
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 February 2021
- Procedural Posture
- Embargos De Divergência Em Recurso Especial / Decisão
- Outcome
- Embargos de divergência desprovidos
- Legal Topics
- Seguro De Vida Em Grupo, Prescrição, Danos Morais, Embargos De Divergência, Súmula 168/stj
Case Brief
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Parties
Maria Ignez Rocha da Rosa
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Divergência Em Recurso Especial / Decisão
Legal Issues
- 1 Prazo prescricional aplicável à pretensão indenizatória por danos morais decorrente da recusa de renovação de seguro de vida em grupo
- 2 Possibilidade de comprovação de dissídio jurisprudencial por meio de decisão monocrática
- 3 Aplicabilidade da Súmula 168/STJ quando a jurisprudência do Tribunal está firmada no mesmo sentido do acórdão embargado
Ratio Decidendi
Os embargos de divergência foram rejeitados porque não há dissídio jurisprudencial: o acórdão indicado como paradigma é decisão monocrática, que não comprova divergência, e o acórdão embargado está em consonância com a jurisprudência pacificada do Tribunal, segundo a qual o prazo prescricional para a pretensão de indenização por danos morais em caso de recusa de renovação de seguro de vida em grupo é de um ano, de modo que incide a Súmula 168/STJ.
Court Disposition
Embargos de divergência desprovidos
Orders
- Nego provimento aos embargos de divergência.
- Publique-se.
Full Case Text
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