REsp 2113480 - DECISAO

REsp 2113480 - DECISAO

O Tribunal Regional Federal fundamentou a rejeição do laudo pericial produzido mais de dois anos após a imissão na posse e, com base nos critérios legais para a justa indenização (art. 12 da Lei nº 8.429/1993 e art. 12, §1º da LC 76/1993, e na possibilidade de consideração de outros meios objetivos, como pesquisa de mercado), concluiu que a indenização justa correspondia à oferta inicial da Administração (CHESF). O Superior Tribunal de Justiça não conheceu do recurso especial, por deficiência de fundamentação e ausência de prequestionamento, e por não demonstrada violação legal (art. 371 CPC), aplicando art. 932, III, do CPC/2015 e súmulas do STF.

Parties
Recorrente: COMPANHIA HIDRO ELÉTRICA DO SÃO FRANCISCO; Recorrida: COMPANHIA IMOBILIÁRIA VALE DO CEARÁ-MIRIM
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
14 February 2024
Procedural Posture
Recurso Especial / Não Conhecido (art. 932, Iii, Cpc/2015)
Outcome
Recurso especial não conhecido
Legal Topics
Servidão Administrativa, Indenização, Laudo Pericial, Livre Convencimento Motivado, Prequestionamento, Súmulas Do STF

Case Brief

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Parties

COMPANHIA HIDRO ELÉTRICA DO SÃO FRANCISCO

Recorrente

COMPANHIA IMOBILIÁRIA VALE DO CEARÁ-MIRIM

Recorrida

Procedural Posture

Recurso Especial / Não Conhecido (art. 932, Iii, Cpc/2015)

  1. 1 Violação do art. 371 do Código de Processo Civil (valoração e motivação sobre laudo pericial)
  2. 2 Rejeição de laudo pericial produzido após imissão na posse e adequação do valor indenizatório
  3. 3 Critérios para fixação da justa indenização em servidão administrativa

Ratio Decidendi

O Tribunal Regional Federal fundamentou a rejeição do laudo pericial produzido mais de dois anos após a imissão na posse e, com base nos critérios legais para a justa indenização (art. 12 da Lei nº 8.429/1993 e art. 12, §1º da LC 76/1993, e na possibilidade de consideração de outros meios objetivos, como pesquisa de mercado), concluiu que a indenização justa correspondia à oferta inicial da Administração (CHESF). O Superior Tribunal de Justiça não conheceu do recurso especial, por deficiência de fundamentação e ausência de prequestionamento, e por não demonstrada violação legal (art. 371 CPC), aplicando art. 932, III, do CPC/2015 e súmulas do STF.

Court Disposition

Recurso especial não conhecido

Orders

  • Não conheço do recurso especial
  • Publique-se