AREsp 2317950 - ACORDAO
O Tribunal manteve o entendimento do tribunal de origem de que as provas provenientes de investigação criminal foram lícitas por haver autorização judicial para interceptação das comunicações do investigado e que tais provas foram submetidas ao contraditório no processo administrativo; contudo, aplicado o entendimento de que o STJ não pode reexaminar o contexto fático-probatório (Súmula 7/STJ), negou-se provimento ao agravo interno, por implicar reavaliação de fatos e provas.
- Parties
- Agravante: SIDNEI JOSE DE ANDRADE
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 24 November 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno (agravo Em Recurso Especial) / Julgado Em Sessão Virtual (primeira Turma)
- Outcome
- Negado provimento ao agravo interno
- Legal Topics
- Servidor Público, Processo Administrativo Disciplinar, Provas De Investigação Criminal, Prova Lícita, Demissão, Proporcionalidade Da Pena, Súmula 7/stj, Reexame De Fatos E Provas
Case Brief
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Parties
SIDNEI JOSE DE ANDRADE
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno (agravo Em Recurso Especial) / Julgado Em Sessão Virtual (primeira Turma)
Legal Issues
- 1 Legalidade de provas oriundas de investigação criminal
- 2 Licitude da interceptação de mensagens eletrônicas
- 3 Garantia do contraditório no processo administrativo
Ratio Decidendi
O Tribunal manteve o entendimento do tribunal de origem de que as provas provenientes de investigação criminal foram lícitas por haver autorização judicial para interceptação das comunicações do investigado e que tais provas foram submetidas ao contraditório no processo administrativo; contudo, aplicado o entendimento de que o STJ não pode reexaminar o contexto fático-probatório (Súmula 7/STJ), negou-se provimento ao agravo interno, por implicar reavaliação de fatos e provas.
Court Disposition
Negado provimento ao agravo interno
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
Full Case Text
Judgment text and source record
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